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[Mod II] Aula 7 – 29/05/2010, por Bárbara Oliveira

25 de junho de 2010

– Aquecimento Corporal: Alongamento. Acordar meu corpo. Movimentos começando pelos braços, dedos, cotovelos, cabeça, pescoço, passando pelos ombros, tronco, bacia e cintura. Depois joelhos, pés, dedos dos pés. Movimentos leves e suaves. Mantendo o corpo todo em movimento. Aquecendo todas as partes do corpo.  Espreguiçar, soltar o ar. Sempre com energia.

No aquecimento me senti numa dança “muito estranha” mais “gostosa”, quando começamos a movimentar todos as partes do corpo, procurei mentalizar uma melodia suave e fui mexendo o corpo seguindo esse ritmo. Estava “viajando” na minha “dança estranha” mexendo meu corpo ao máximo que podia, e Mário falava: “Não se esquecem dos cotovelos” e eu tentava encaixar os meus cotovelos nos movimentos sem perder o ritmo que estava mantendo. Foi delicioso o aquecimento. Sem seguir numa linha concreta. Corpo livre, solto e totalmente alongado e preparado para os próximos exercícios.

– Caminha pelo espaço: Caminhando pelo espaço.  Percepção do espaço. Mantendo conexão com o colega através do olhar. Energia.  Sorrindo.  Foco em eixo do corpo. Mantenha o equilíbrio do espaço. Mantenha o ritmo do grupo.

– Caminhada com substâncias: Caminhada pele espaço. Mantendo conexão com o colega através do olhar. Energia pra cima. Sorrindo sempre. – Elemento terra: Caminhada na base. Pés firmes, aterrando o chão. – Elemento água: Caminhada suave. Movimentos leves. – Elemento ar: Caminhada densa.  – Elemento fogo: Caminhada com energia. Movimentos “quentes”, rápidos, inteiros. Soltando sons. “Explodindo”.

– Caminhada/Dança com elementos: Caminhando pelo espaço. Mantendo o ritmo da música. Conectando com o colega. Equilibrando o espaço. Usando todos os elementos nos seus movimentos. Sem perder a energia. Sorrindo. Enfocando as características sugeridas por cada um desses elementos. Usando as partes do corpo para expressar as características dos elementos. Jogando com o colega. Mantendo conexão pelo olhar numa distância no espaço.  Equilibrando a energia desses elementos no seu corpo. (40% água – 47% fogo – 13% terra – Exemplo)

Usar os elementos na caminhada equilibrando e mantendo o ritmo da música foi pra mim um dos exercícios mais bacanas que fiz em todos esses anos de teatro e oficinas. Inusitado. Diferente. Eu me diverti e me entreguei até demais, eu acho. Porque na hora que Mário falava o elemento meu corpo imediatamente agia de uma forma, sem pensar, livre, eu saia fazendo os movimentos, e quando olhava para a turma eu me sentia um ET. Em alguns movimentos fechava os olhos para me entregar por inteiro, e deixar a música levar meus movimentos, mas sempre vinha o Mário e falava “Olhos sempre abertos”. Depois a sala inteira estava tomada pelos movimentos e foi muito gostoso. Muito pesado o exercício. Dava pra ver no rosto de todos, a expressão de cansaço, mais a energia não morria. E sempre sorrindo. Os elemento ar e água são bem parecidos, por serem suaves, mais no caso Mário explicou que o ar, seria mais denso. O elemento fogo era aquele de mais energia, no inicio senti dificuldade em soltar sons mais depois saiu naturalmente, eu me sentia em alguns momentos que fosse “explodir”. Quando a gente trabalha o elemento fogo e depois o elemento água ou ar, era um alívio para nosso corpo e mantinha um equilíbrio bom.

– Trabalhando os elementos no corpo: Todos sentados, um voluntário ia á frente e seguia aos comandos dos colegas: Perna direita fogo / mão esquerda ar / Cabeça fogo + cintura água.

Eu não quis arriscar. Fiquei sentadinha observando meus coleguinhas. Percebi que é bem difícil manter dois ou até três movimentos no corpo. Principalmente quando eram elementos oposto e trabalhar, por exemplo, esquerda/direita usando a mesma parte do corpo, eu ia senti dificuldade.

– Pegador com elementos: Círculo. Improvisador A ao centro. Quando B toca determinada parte do corpo de A, este deve tentar pegar B com a parte do corpo tocada, e assim sucessivamente. Todos do círculo podem tocar o corpo de A. Trabalhando a dinâmica com os elementos. Mário foi dando os comandos.

Foi muito divertido esse jogo. E brincando, nós estávamos trabalhando os elementos e movimento o corpo. Existia concentração também em manter o elemento e pegar o colega que estava no centro.

– Caminhada Inspira/Expira: Caminhando em circulo. Inspirando fechando os braços e expirando soltando os braços. Movimentos bem suaves. Depois mantendo a oposição do movimento iniciado. Trabalhando também outras partes do corpo. (cintura, tronco, ombros).

Esse exercício veio como um relaxamento. Depois de uma aula “punk”, todo mundo exausto, corpo agitado. Os movimentos junto com a respiração foram colocando tudo no lugar, diminuindo minha energia, mas não perdendo toda. Foi muito relaxante.

– Conversa em círculo: Discussão sobre a aula.

– Fechamento da aula: Música com ritmo. Trabalhando os movimentos. (Não lembro a música)

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[MOD I e II] Aula 8 (AULA ABERTA) – 05/06/10, por Luisa Naves

18 de junho de 2010

1ª PARTE

1- Aquecimento com Mariana:

2- Caminhando pelo espaço

3- Jogo das flechas:aprendendo novos nomes

4- Jogo do Vrum (não lembro que palavra era que a gente jogava pro próximo): acréscimo de outras variações (o que pul um jogador, o que inverte a roda, o que joga para outra pessoa em diagonal,trabalhando  ritmo e tom de voz)

5- Palmas sincronizadas em roda: batendo 1, 2, 3, 2, 1

6- Jogo do Bop: acréscimo de variações (torradeira, torradeira quebrada (tinha mais alguma que acrescentou?) , e mantendo James Bond, Jesus Cristo, Elefante (mais algum?))

7-Pulando em 8, 4, 2, 1

8-Palmas sincronizadas: trabalhando ritmo e sentindo o grupo

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INTERVALO E LANCHE

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2ª PARTE – AULA ABERTA

1- Aquecimento com Mariana

2- Caminhando pelo espaço

3- Formando um cardume:  depois faz círculo

4- Jogo das flechas (nome novo de convidada)

5- Palmas

6-Pulando em 8, 4, 2, 1

7- Foto de 7 e foto de todos

8- Improvisação 4 e depois 5 pessoas (pô pai e ônibus com funk)

9-Jogo das mãos

10-Dublagem

11-Triglodita

12-Inversão de papéis

13-Comentários grupo e professoras

14-Comentários plateia

[MOD II] Aula 1 – 10/04/2010, por Leo duarte

18 de junho de 2010

Aula do Curso Impro Dia 10/04/2010
Facilitadora/instrutora : Débora
Participaram da Aula : Léo Duarte, Leonardo, Lorena, Vivian, Mirian, Kaique, Pedro, Bruno(?), Thais .

Formação de Círculo, dinâmica de apresentação, onde cada integrante relatava suas experiências/formações Teatrais e as perspectivas com o curso Impro.

Exercício de Coordenação e sincronia
Formação de “V” com os dedos da Mão.
Foi proposto a formação de 1 “V” com a junção dos dedos mínimo com anelar e médio com indicador, formando um “V” no centro no espaço da abertura que se formou.
Formação de 2 “V” com a junção do médio com o anelar e abrindo bem os dedos mínimo e indicador.
Fazer movimentos sincronizados formando um e dois “V”
Impressões: com a palma da mão voltada para fora iniciei os movimentos , minha coordenação motora é muito ruim e fazer os movimentos aparentemente simples tornou-se um desafio, não consegui fazer na mesma velocidade que meus colegas, o que dificultou também minha concentração pois deveria concentrar e fazer os movimentos de forma mais sincronizada, quando consegui uma certa habilidade o exercício terminou, me desconcentrei várias vezes.
Orientação do Instrutor : Poderíamos ter feito o exercício da forma que ficássemos mais confortáveis , ela nos mostrou o exercício com a palma da mão para fora , mas poderíamos fazer com ela para dentro, poderíamos usar auxilio da outra mão para realizar o exercício. É muito importante o sentido da audição quando proposto alguma ação, Quando não há a proibição de imediato poderíamos ter feito da forma que nos encontrássemos mais a vontade.

Exercício de sincronia.
Com a mão fechada e com o dedo indicador da mão direita teríamos fazer um retângulo e com o dedo indicador da mão esquerda fazer um triângulo.
Impressões : Como já disse minha coordenação é quase inexistente, tive muita dificuldade em fazer o exercício em sincronia, quando percebi que não conseguiria comecei a fazer as formas geométricas uma por uma. Me desconcentrei algumas vezes, mas a partir do momento que tomei a iniciativa de fazer um por vez me senti mais atento.
Orientação do Instrutor : Poderíamos ter feito o exercício da forma que ficássemos mais confortáveis, nos foi orientado que poderíamos ter feito o desenho no chão ou de alguma outra forma que não fosse no ar, já que havia restrição como executar o exercício.

Aquecimento – foram realizados exercícios de Alogamento/aquecimento ( poderia descrever Débora?)
Exercício de fixação de nomes (ZIP, ZAP e Vrun)
Instruções : Formação da Roda em pé, cada participante terá que dizer o seu nome com movimento unindo as palmas da mão, mas com a palma da mão direita indicando o sentido do próximo integrante , a apresentação deve ser repetido por duas vezes.
Após a apresentação, com o mesmo movimento de mão agora o último participante terá que dizer no sentido horário o nome do próximo integrante da roda, repetido por duas ou três vezes.
Com a fixação inicial dos nomes a direção poderia ser aleatória desde que dentro do circulo e o participante deverá indicar o próximo participante indicando com movimento espalmado e mencionando o nome do indicado, que deverá dar continuidade ao exercício.
Com o exercício estabelecido houve a variação de dizer o nome trocado do próximo participante que indicando com movimento espalmado e mencionando o nome trocado do indicado, que deverá dar continuidade ao exercício.
Variações : O jogo inicia indicando e dizendo os nomes corretos, quando houver erro nos nomes começa o exercício da forma com os nomes trocados. Quando o participante confundir e dizer o nome certo quando a proposta é dizer o nome errado o jogo se restabelece e os jogadores deverão dar continuidade indicando e dizendo o nome correto .

Obs: Não lembrei da técnica do Vulcão.
Manter equilíbrio de espaço, dando voltas pelo espaço preenchendo os espaços vazios.

Exercício do Presente:
Foi demonstrado a ação 01: um participante deveria entregar em forma de mímica um embrulho contendo um presente para outro participante, formando uma dupla, quem recebia o presente determinava o que era o presente e retribuía o presente. Ao receber poderia usar ação verbal.

Ação 02 – Presentear, o outro receber, determinar o presente fazendo mímica de possível formato e verbalizar dizendo da utilidade do objeto. Após colocar o objeto em algum lugar, o que recebeu o presente deveria retribuir o gesto dando outro presente a quem o presenteou.

Impressões : Alguns participantes falavam muito alto, exaltados, com euforia excessiva o que dificultava o entendimento de alguns presentes. Demora para definir os presente. Diziam presentes que outras duplas já tinham recebidos ou coisas mais simples. Algumas vezes demorava-mos a abrir os presentes para determinar melhor o que estávamos recebendo assim ganhávamos tempo. Achei muito longo e cansativo, talvez se tivéssemos trocado mais de duplas teria tido melhor aproveitamento. E o repertorio de presentes se esgotaram.

Exercício “ O que você está fazendo?”
Uma dupla fica em cena , o jogador 01 executa uma mímica de uma ação e quando é questionado pelo jogador 02 ele diz está fazendo outra ação diferente a que está demonstrando, imediatamente o jogador 02 começa a demonstrar a ação relatada pelo jogador 01, o jogador 01 questiona o que o jogador 02 está fazendo e o jogo reeinicia.

Obs: O jogo para quando a ação demonstrada através de mímica é muito parecida ou a mesma com o mencionada pelo jogador que a está executando. Os jogadores que errarem são substituídos pela platéia e reinicia o jogo.
Impressões : quando o jogador fica muito tempo no jogando é possível notar o cansaço e falta de repertório, alguns tinham gestos bem contidos não sendo possível determinar de imediato qual era a ação executada, alguns se excediam nas gesticulações. Fiquei bem a vontade apesar de não ficar muito tempo no jogo. Notei que alguns tiveram mais facilidade ou familiaridade com o jogo. Me senti inseguro também, mas a medida que os outros foram jogando me senti mais a vontade.

Exercicio de sincronia vocal.
Os grupos foram divididos em 04 e 05 jogadores.
Unidas por um abraço coletivo os integrantes presentes no jogo devem responder as perguntas feitas pela instrutora e platéia.
Os jogadores terão que responder e encaixar as vozes de forma como se fosse apenas uma pessoa falando. Quando erram a resposta deve ser repetida.
Instruções: uma das formas de se responder corretamente é repetir como resposta o pequeno enunciado da pergunta, facilitando na articulação das palavras.
Foram feitas a mesma técnica reproduzindo diálogos com duas duplas, lembro que eu e Pedro contra Luiza e Vivian ou Miriam (se escrevi o nome errado ela vai me matar ainda não consegui ligar os nomes as pessoas, me perdoem vou me esforçar mais). O nosso tema foi escola.
Impressões : Exercício de liderança, saber ouvir os outros integrantes, me diverti muito com este exercício tanto executando como platéia, me senti a vontade para executar. Tentei algumas vezes exercer a liderança mas como no grupo já tinha outras pessoas com este perfil achei melhor não criar conflito de liderança.

Exercício de construção de histórias
Os grupos foram divididos em 04 e 05 jogadores.
A facilitadora determina qual o tema a ser construído a história.
Cada jogador deveria falar uma palavra de modo a formar frases da história.. Quando a palavra era dita pelo ultimo jogador retornava ao primeiro e era dada a seqüência do exercício continuando a frase e a história.
Os dois grupos se apresentaram.
Impressões: Algumas palavras repetidas, temas se repetiram mesmo inconscientemente, mas foi um excelente exercício de raciocínio e pensar em palavras para encaixar não facilita o jogo. Tentei mudar o rumo do jogo colocando preposições adversativas mas acho que as pessoas do grupo não entenderam minha proposta. Achei muito bom o exercício.

Formação da Roda Final : Troca de impressões de cada participante.

[MOD II] Aula 9 – 12/06/10, por Luisa Naves

18 de junho de 2010

Presentes: Bella, Leo, Leo duarte, Luisa, Caique, Bruno, Sandro, Renatinho

1- Aquecimento: foi um aquecimento mais rápido desta vez, aquecendo cada parte do corpo, articulações e cordas vocais. Girando cada membro do corpo e face.

2- Jogo das variações (não sei se o nome seria esse): o grupo fez uma roda e primeiro foi utilizada a variação “TU”. Cada pessoa olhava para um colega e dizia “TU”. Essa ordem foi mantida até que todas pessoas já estivessem acostumadas com essa variação e a velocidade da resposta e dos “TUs” ficasse mais ágil. Aí foi acrescentada outra variação, a dos nomes de cidades. Primeiramente foi estabelecida uma ordem de cidades, sendo que cada pessoa criava um nome e uma ordem aleatoriamente. Aos poucos a ordem vai se estabelecendo e cada pessoa sabe depois de qual nome de cidade (ou pessoa) ele deve falar. Quando essa variação foi estabelecida e o grupo estava em sintonia, a professora pediu para que acrescentasse a variação do “TU” junto com as cidades. Assim, as pessoas tinham que ficar atentas para receber e repassar o “TU” e ainda falar o nome de sua cidade na ordem certa. Conforme foi explicado: não haveria certo ou errado, ou “cutucar o colega” quando ele esquecesse, pois qualquer pessoa poderia reestabelecer a ordem se percebesse que alguma das variações estivesse sendo esquecida ou perdida. Depois de um tempo com essas 2 variações foi criada uma terceira variação, a do lugar (espaço). Cada pessoa deveria trocar de lugar com algum colega e, assim por diante, todos trocariam de lugar indefinidamente. Aos poucos as outras variações foram sendo acrescentadas para, no final, estarmos com as 3 variações acontecendo ao mesmo tempo. Cada um falando TU para o colega, falando a sua cidade na ordem e trocando de lugar. Porém cada variação tinha uma ordem específica para ser seguida.

Comentários: Esse jogo já tinha sido feito anteriormente, porém muitas das pessoas presentes nessa aula, não estavam no dia que esse jogo foi feito (para muitos era novidade). Na primeira vez que fizemos, o jogo se estabeleceu mais fácil e foi acrescentado até uma quarta variação, que era de uma almofada, que tínhamos que sempre passar (não jogar) para alguém. Dessa vez o jogo custou a se estabelecer. Não sei se porque estávamos menos concentrados, mas até eu (q já tinha feito) tive dificuldade. Mesmo quando colocamos 3 variações, sempre acabava ficando só 2, pois uma morria (era esquecida) no caminho. Até que alguém retomasse a variação perdida, outra já tinha se perdido. Foram poucas as vezes q as 3 variações funcionaram na ordem certa. Talvez pq tenhamos ficado pouco tempo em cada variação e não tenhamos nos acostumado tanto aos colegas e às ordens, não sei…

3 – Jogo do tiroteio: O grupo se dividiu em duplas e foi explicado 3 movimentos que deveriam ser feitos (carregar a arma, atirar ou defender). O jogo funciona como um “pedra, papel e tesoura”, porém você podia atirar, defender ou carregar para atirar mais vezes. Poderiam também serem inseridos sons para cada movimento. A dupla deveria criar um ritmo (mais acelerado à medida que fosse ficando mais à vontade com o jogo ou lento até pegarem a dinâmica) e ir jogando. As regras eram: você só poderia atirar se tivesse carregado a arma antes, e cada vez que você carrega, contaria como uma bala, portanto, você não poderia atirar em duas rodadas seguidas para depois carregar. Depois de um tempo, uma pessoa de fora das duplas (com a professora, o número de pessoas do grupo era ímpar) ficava atenta a alguma dupla e trocava de lugar com aquele que tivesse perdido. No final a professora definiu que os ganhadores iriam disputando, como uma tabela de futebol (oitavas de final, quarta, semi e final). Fizemos acho que só duas ou no máximo 3 vezes até o final.

Comentários: O jogo foi estabelecido com uma mesma dupla por algum tempo. Percebi que quando a gente joga muito tempo com uma mesma pessoa, além da velocidade ficar mais rápida, percebemos que a pessoa cria uma linha de raciocínio e fica mais fácil prever a ação dela. Exemplo: ela sempre carrega até a outra começar a carregar e depois fica defendendo por um tempo; ou ela sempre carrega algumas vezes e atira sempre que pode, defendendo pouco. Mas quando as duplas foram trocando, pudemos ver que os sons que cada um criou foram diferentes, a forma de fazer o gesto e as táticas também era diferentes. Alguns jogavam mais rápido (nossa, com a Débora era “the flash”) e outros mais devagar. Foi legal ver como cada um jogava. Mas tinham vezes que parecia que a gente já tinha se cansado da dupla e ficava sempre de olho se alguém de fora ia te tirar do jogo quando perdíamos. Era bom quando a pessoa de fora nem estava olhando pra gente, pois nos tirava da situação de conforto e nos fazia ter que jogar mais vezes com a mesma pessoa. Foi bom para ver concentração e coordenação motora, pois era difícil pensar no movimento, no som e numa tática ao mesmo tempo.

4- Expandir ou avançar: Débora explicou o conceito de expansão e avanço de uma história. A grosso modo, o avanço refere-se mais a ações e utilização de verbos na narração, enquanto a expansão refere-se mais a descrições, características, a sinestesia da cena e utilizando adjetivos. Exemplo de história que avança: hoje eu acordei, escovei os dentes, coloquei minha roupa, percebi que tinha perdido meus óculos, resolvi sair de casa assim mesmo e cai. A história pode avançar de forma mais rápida, sem ser tão cronológico, como: recebi um telefonema, arrumei um emprego, tive que me mudar para SP. Exemplo de expansão: hoje eu acordei e o dia estava lindo, uma brisasuave entrava pela janela, o sol batia forte no meu rosto, meu quarto estava todo iluminado e eu já nem tinha mais tanto sono…

Como a Débora falou, é normal quando a gente expande uma história, que a gente avance um pouco nela e vice-versa, mas temos que ficar atento para saber usar esses conceitos na improvisação porque tem horas que a história vai “ralentando” e ficando sem graça se a gente expandir muito, então precisamos avançar para criar mais dinamicidade. Ou às vezes estamos avançando tão rápido (muitas vezes quando queremos chegar logo ao fim ou para apresentar alguma situação) que a plateia não acompanha a narrativa ou acaba não tendo tempo de se identificar com os personagens (a expansão permite maior proximidade com os personagens e as situações, por isso é importante usá-las) e a cena fica ruim. Temos que saber dosar e chegar a um ponto de equilíbiro entre esses conceitos.

Então fizemos um jogo em que 4 pessoas iam à frente narrar uma história. O título era escolhido pelo grupo que assistia. Um iniciava a história e à medida que a professora ia apontando essa pessoa tinha que expandir ou avançar a história. Em determinado momento a professora pedia para que outra pessoa continuasse a narrativa, até que o última teria que finalizar. Sempre seguindo o comando da professora de avançar e expandir.

Comentários: No início tivemos muita dificuldade em seguir realmente o comando e às vezes avançávamos quando tínhamos que expandir ou vice-versa. Mas aos poucos fomos entendendo melhor e seguindo. Acho que o conceito ficou bem claro. O difícil era pensar nisso e ainda criar uma coerência na história.

5 – Improviso de 1 jogador com 4: formou-se um quadrado de 4 pessoas nas pontas e uma no meio (o resto ficou assistindo). A pessoa do centro era o personagem central de uma história e ele deveria reagir a cada ação dos outros participantes (um de cada vez). Depois que aquele que havia interagido com a pessoa central sentasse, a pessoal central deveria voltar a uma posição neutra e só agir novamente quando outro participante interagisse com ela. Um título ou lugar era escolhido pelo grupo que estava assistindo.

Comentários: Ao longo das interações, foi criado um recurso de flashback que foi bem usado em alguns momentos e tornou a narrativa mais interessante e permitindo que a história fosse contata de forma não cronológica. Porém essa idéia não foi comprada por todos e aí o restante do grupo tinha que se virar para continuar a narrativa. Havia também a preocupação de criar e explicar uma história. Mas o bacana é que cada integrante que iniciava uma interação com a pessoa central pensava na história de uma forma  (não houve tempo para combinarem uma história no início) e levava a história para lugares diferentes, mas sem esquecer o que foi feito pelo colega anterior. Foi interessante o comentário da Débora sobre o “abrir portas” que cada colega criou ao iniciar uma ação e a importância de “fechar as portas abertas” para os próximos colegas que continuavam a narrativa. Com isso havia o desprendimento de uma história que era pensada à principio por cada um particularmente, para encaixar na história do outro. Confesso que das duas vezes que participei, esperei e observei primeiro para ver o que os outros faziam, antes de propor uma ação, o que foi mais cômodo pra mim. A Bella, que ficou uma vez no centro, falou sobre o quanto foi bom estar naquela posição inesperada, sem saber oq ue poderia acontecer e ter que reagir a ação de cada colega. A pessoa central tinha que ter total desprendimento para aceitar a proposta do colega que entrava no centro da cena e quando a pessoa já tinha uma idéia pré-estabelecida ou mais fechada, vimos que não funcionou tão bem e aí coube ao grupo conseguir seguir adiante.

6- Jogo do Troca – Três pessoas tinham que começar a improvisar uma cena (o título ou lugar foi escolhido pelos que assistiam) e quando a professora dissesse “troca”, a pessoa que tinha falado a última frase tinha que trocar a última palavra ou idéia. O “troca” seria repetido 3 vezes havendo uma gradação, até que a última seria algo bem escrachado. Regra: não poderia ser repetido a frase toda, mas mudar apenas a última palavra. Exemplo: – Posso pegar na sua caneta? / TROCA / sua roupa? / TROCA / seus peitos?

Comentários: Foi um jogo muito difícil. Vendo na televisão parecia fácil, mas é difícil raciocinar rápido, e ainda pensar em algo mais exagerado. E ainda por cima, manter uma história. Na vez que joguei sinto que a história não desenrolou bem (eu que não consegui dar andamento, mas os dois até que tentaram, hehe) e ainda custeia a criar uma gradação. Analisando todo o grupo, quase todos sem querer repetiam a frase (é quase automático! Muito difícil tirar!) e acho que foi difícil pra todos. Alguns se saíram melhor do que outros, mas rendeu pouco. Acho que é uma técnica que temos que treinar mais. Fizemos se não me engano só duas vezes, então também não deu para desenvolver muito. Percebemos que quando a gradação é pequena, faz pouco efeito o troca. Exemplo: de linda, para bonita e para gostosa. E algumas vezes mudamos a idéia toda da frase, sem ser somente a última palavra.

Acho que é isso… se esqueci algo, completem por favor…

Lu

[MÓD II] Aula 5 – 15/05/10, Por Leo de Castro

18 de junho de 2010

Caminhada no espaço: Começamos a aula caminhando, buscando preencher os espaços, sempre olhando nos olhos dos colegas. A proposta era que, formássemos um circulo, todos juntos, respeitando o tempo e vontade de todos da turma, sentindo a hora certa. Tentamos algumas vezes, acertando e errando o exercício, mas conseguimos formar o circulo perfeitamente, legal é que justo nessa hora a professora não estava na sala, foi atender a porta e não viu a melhor parte do exercício.

Exercício da palma: Formado o circulo, ficamos de costas para a roda, olhos fechados, partimos para um exercício de percepção, quando o grupo sentir que esta na hora, começa a bater palmas, todos juntos, no mesmo ritmo, o grupo também precisa parar juntos, sempre mantendo a sintonia, a primeira tentativa não foi das melhores, mas nas seguintes conseguimos ótimas sintonias, começamos todos juntos em uma velocidade baixa e fomos aumentando aos poucos a velocidade, ate as palmas ficarem bem fortes e rápidas, então o grupo sentiu que era hora de parar, fomos diminuindo a velocidade juntos retornando a velocidade do inicio e parando com as palmas, todos no mesmo ritmo, o que deixou uma boa sensação de sintonia.

Aquecimento de articulações: No aquecimento a intenção é despertar o corpo, Começamos esfregando as mãos, sentindo o calor do próprio corpo, passando as mãos pelo rosto, pescoço, cabelo, nuca. Caretas pra articular os músculos do rosto, Movimentos circulares com o pescoço, para os dois lados, pra cima e pra baixo, olhando de um lado e depois para o outro.
Suspendemos os ombros inspirando e guardando o ar, seguramos por algum tempo e expiramos soltando os ombros, movimentamos os ombros para trás, depois para frente com movimentos circulares. Movimentos com o peito, para frente, para os lados, para trás, e depois circulando. Movimentos com a cintura, para os lados, frente e trás e depois circulares. Circulando os joelhos. Mantendo a base ficamos nas pontas dos pés, calcanhar, bases dos pés depois movimentos circulares.

Flecha com nomes: Como já estamos familiarizados e sabemos os nomes de todos os colegas, o exercício agora passa a ter outro objetivo. A intenção agora é trazer para o jogo os colegas que estão mais dispersos, sentindo e jogando a flecha para os que estão pouco ligados no jogo.

1, 2, 3, 4 bop: Circulo formado, um aluno vai ao meio, a intenção é fazer com que outro colega erre e troque de lugar, indo para o meio do circulo! Quem esta no meio aponta para um colega no circulo e diz um elemento do jogo, sendo que: quando disser “bop” o colega apontado não pode dizer nada, se disser ele vai para o meio. Quando disser “1,2,3,4 Bop” O colega apontado tem que dizer “Bop” antes do que aponta, caso não diga, ou diga depois ele vai para o meio, agora já usamos novos elementos para o jogo, que são “elefantinho”: o colega que esta no meio aponta e diz elefantinho e conta ate 5, quem foi apontado imita movimentos de um elefante, e os dois que estão ao lado fazem as orelhas do elefante, caso alguém erre, vai pra roda. Jesus cristo;  Quando o colega do meio aponta e diz Jesus Cristo, o colega apontado abre os braços, fazendo alusão a imagem de Cristo, os dois ao lado abaixam e reverenciam.  James Bond; o colega do meio aponta e diz James Bond, o apontado imita os movimentos de quem segura uma arma e os dois ao lado reverenciam dizendo, “Ho James”, Quem erra ou demora vai ao meio da roda.
Neste exercício é nítido que todos temem errar, ninguém quer ficar muito tempo no meio da roda, e todos ficam tensos e ligados no jogo para que não “Percam”, mas o divertido do jogo são justamente os erros e as estratégias de todos pra sair do meio da roda.

Improvisação a partir dos contos infantis: exercício de improvisação livre, os jogadores criam à cena a partir de um titulo proposto pela platéia, com base nos contos infantis, é dado aos jogadores 20 segundos para que decidam como começa a cena. Neste exercício, os jogadores têm que deixar um pouco de lado a preocupação de criar a historia, já que a intenção não é criar os melhores roteiros, e apenas preocupar com um caminho e aceitar as propostas dos colegas. Aprendemos neste exercício alguns elementos importantes; ao invés de narrar cenas que aconteceram no passado, ou em outro ambiente, mostramos a cena, e depois retornamos aonde a cena havia parado. Aprendemos também a  idéia de “torniquete” que é uma espécie de código pra mostrar que a cena mudou de ambiente, tempo ou personagem, alguém jogador informa pra platéia a mudança. Neste exercício é muito interessante a imaginação dos jogadores, que precisam criar e fantasiar a historia, ao mesmo tempo tentando ao Maximo manter o sentido e ligar a historia com o titulo proposto pela platéia, importante lembrar que as idéias propostas pela platéia não precisam aparecer logo no inicio da cena, podendo os jogadores desenvolver a cena e inserir as propostas quando decidirem a hora certa! Exercício onde dependemos muito do trabalho em equipe, da sintonia entre os jogadores, porem super prazeroso.

Exercício de dublagem: Exercício de improvisação onde os jogadores que estão na reserva são as vozes dos jogadores que estão em cena. A preocupação dos jogadores que estão em cena é de não emitir sons e de acompanhar e entender as propostas e o que diz o jogador que esta dublando, buscando sempre a sintonia perfeita. Já o jogador que esta dublando precisa, alem de conduzir o rumo da cena, ter o cuidado de falar em uma velocidade que o jogador em cena consiga acompanhá lo. Jogo que exige muita técnica e concentração dos participantes, apesar de achar um dos mais divertidos e engraçados feitos ate agora, foi o que mais encontrei dificuldades, apresar de ter adorado o desempenho de alguns colegas, considero esse o mais difícil!

[MÓD II] Aula 4 – 08/05/10, por Leonardo Duarte

17 de junho de 2010

Tudo começou com uma bola imaginária de tamanho e cores diferentes,  a medida que ela ia passeando pelo corpo seu tamanho e sua cor poderiam mudar. Exploramos vários planos, e a medida que e bola andava nosso corpo começava a demonstrar outros contornos. Em determinado momento a bolha começou a colorir partes do corpo, a variação agora seria tamanho, cor e a mesma iria colorir o corpo.

1)      Exercício imaginar uma bola que percorre as partes do corpo, com o exercício é possível relaxar o corpo, fazer alongamento, explorar planos diferentes, percepção de espaço.

2)      Equilíbrio do espaço, velocidade e percepção do outro. A qualquer momento o instrutor poderá solicitar a parada dos participantes, depois de estabelecido o jogo, o instrutor solicita a dois integrantes que da posição que os dois pararam possa executar uma ação entre os dois integrantes. Podendo ser físico e verbal.

Sensações: alguns já estavam em posições que possibilitaram ações mais rápidas, outros em posições totalmente opostas geraram estranhamento, risos, mas no final tudo deu certo.

3)      Formação de roda.

4)      Jogo das Flechas para a fixação dos nomes dos novos integrantes.

5)      Jogo do BOPE , escolhido um dos integrantes para ficar no centro do circulo da inicio ao exercício . Regras:  O integrante que está no centro deverá  apontar para outro da roda e contar de 1 a 4 e dizer a palavra BOPE no final o escolhido deve dizer BOPE antes do que está no centro, o do centro da roda poderá também dizer só BOPE, caso o escolhido diga BOPE junto vai para o centro e ocupa o lugar do Outro ou caso ele não diga BOPE quando do integrante do centro conta até 04.

Sensações : No início não conseguia manter a concentração entre ouvir e executar, fui para o centro várias vezes, ficava com raiva por não conseguir, desanimava, mas quando já estava acostumado e já não ia para o centro com tanta freqüência o jogo acabou. Sniff.

6)      Os participantes são separados em Grupos de 04 integrantes. Uma pessoa define o local onde estão os outros três verão montar o cenário com possíveis objetos,lugares, ou situações que remetem ao local escolhido. Podem juntar os integrantes, um completando a proposta do outro.

Sensações :  As vezes surgiram propostas interessantes mas temos que ter a observação para entender as propostas de nossos companheiros de cena. Complementar quando necessário.

7)        Os alunos que não apresentaram sua adaptação para contos infantis puderam fazer suas apresentações.

8)      Acho que teve o jogo do Presente (não me lembro bem)

9)      Os participantes são separados em Grupos de 04 integrantes. Uma pessoa define o local onde estão os outros três verão montar o cenário com possíveis objetos,lugares, ou situações que remetem ao local escolhido, diferente do exercício nº 06 há interação entre os objetos e pessoas e uma história deverá ser criada. Os objetos a medida que não são usados os participantes podem se transformar em outros objetos ou personagens para ajudar na criação dos personagens.

E  sempre que íamos trocar ou propor coisas deveríamos perguntar e outros integrantes deveriam responder : SIM .

Exemplo: Eu estou entrando na lanchonete? Sim

Eu vou beber um refrigerante? Sim

A garçonete vai me atender? Sim

Houve um assalto? Sim

Sensações : foi muito interessante você começar uma história, tentar traçar um enredo e de repente seus companheiros de cena te passam uma rasteira e a história toma outro rumo. A atenção é muito importante, sem falar na questão de olhar o espaço, e medir as ações, que diga a Vivian que eu dei um safanão enquanto ela estava no momento Minnie (ratinha).

Houve dois jogos que não anotei.

10)  A tradicional roda de sensações dos exercícios.

[MOD II] Aula 3 – 24/04/10, por Vivian Bernardes

7 de maio de 2010

Bem vindo Sandro!

Exercício da Flecha com Nomes: Dispostos em círculo, aponta-se para um colega e pronuncia seu nome. Há três momentos: no primeiro, determina-se um sentido, horário ou anti-horário, com A FLECHA: uma palma, som, aponta-se para o colega ao lado e diz o seu nome (apresentação). No segundo momento, rompe-se com o sentido determinado e envia a flecha a um colega escolhido aleatoriamente, dizendo o nome dele. Já no terceiro momento, deve-se escolher o colega enviar a flecha dizendo outro nome dentre os nomes dos colegas que participam do jogo, menos o dele. Assim, a partir dos momentos constrói-se o exercício final, no qual se inicia enviando a flecha e dizendo o nome do colega escolhido, quando alguém troca o nome do colega para o qual enviou a flecha a chave do jogo muda tendo agora de dizer os nomes trocados, até que alguém diga o nome real do colega mudando novamente a chave.

…Além de ser ótimo para memorizar os nomes dos colegas, o que torna o exercício mais interessante é o construir de um jogo no qual o “acerto” e o “erro” tem a mesma validade. Acredito que para se ter maior agilidade, o que torna a prática mais interessante e o que busco pessoalmente, precisa-se eliminar o automatismo do querer acertar, abandonar o racionalizar e deixar simplesmente fluir.

Anda-se pelo espaço percebendo o particular deslocar do corpo, observa-se os colegas. Depois desse reconhecimento escolhe-se um lugar na sala, olhos fechados se ouve a musica e as orientações.

Despertar Corporal: Segundo instruções, visualiza-se uma bola toda suja de tinta. A primeira parte do corpo que a bola entra em contato é o “alto da cabeça”.  A forma de movimentar o corpo é responsável pelo jeito que se pinta o corpo, as pinceladas. O objetivo é deixar o corpo completamente colorido. Durante o exercício é proposto que as características da bola: peso, tamanho, textura sejam alteradas, assim como as cores que ela imprime sobre o corpo. A bola explora todas as partes do corpo, e o que a impulsiona é o movimento do mesmo. Ainda com a bola abre os olhos e desloca-se pela sala, até que no momento escolhido por cada um e com a parte do corpo que queira se livra da bola com vontade.

…Durante o exercício fui perdendo o controle sobre a bola, hora ela era o pincel e meu corpo o suporte, hora meu corpo era a mão que guiava o pincel-bola e também o suporte para receber a tinta. O tamanho da bola variava de acordo com o local que iria pintar. Trabalhei mais com a variação de tamanho, algumas vezes com o peso, não consegui sentir uma variação intensa de peso. Quanto as cores usei as primárias, para que outras se formassem (racionalizando). Outra coisa que variou durante o exercício foi que hora a bola estava presa por um fio, como foi proposto no inicio do exercício, mas depois ela ficou livre no corpo e eu a equilibrava com os movimentos. Foi intenso o exercício e sai com a sensação de não ter todo corpo pintado.

A dança escalafobética: Continuadamente ao exercício da bola, movimenta-se ao ritmo de uma musica, buscando movimentos esquisitos, soltos. Dançando estranhamente pelo espaço a musica é intenrrompida o que determina o congelamento do ultimo movimento que cada um executa. Dois nomes são ditos, os chamados se olhavam e a partir da posição que se encontram criam uma interação.

…Foi difícil dançar esquisitamente, uma vez que a musica trazia vários movimentos à memória. É involuntário o medo de ser ridículo, e ele “poda” muito. Somando a esse medo a falta de referência do que fazer quando é proposto o novo o diferente, eis que surge o travamento. A vontade era de permanecer eternamente congelada. Quando ouvia meu nome faltava pouco para meu cérebro não descongelar.

Mão a palmatória: Em roda com uma mão, palma para cima, estendida se joga. Alguém diz um nome, quem ouve seu nome bate na pala da mão de outro colega quem recebe o tapa diz outro nome.

…Parece simples né, experimente! Tem hora que trava e esse “travar” é desafiador, tornando o jogo muito motivante, trabalha-se bastante com a concentração. Aprendemos a dinâmica com um grupo menor, depois de exercitarmos um pouco, jogamos com todos os colegas, quem travava ou surtava ia saindo.

O Vulcão: Todos em círculo, faz-se um movimento com o pé batendo no chão e outro lançando algo para o teto. Coordenados com o movimento, todos, um após o outro, devem “lançar” uma palavra para o teto. A palavra que o improvisador A lança deve servir de inspiração (semântica ou sonora) para a palavra do improvisador B. Esta, por sua vez, inspira o improvisador C, e assim por diante.

…Quando trabalhamos todos juntos foi mais fácil determinar um ritmo, mas as palavras não fluiam. Já com um grupo menor a coisa foi feia, foi difícil estabelecer um único ritmo de movimento o que atrapalhou o lançar das palavras. Não deu muito certo, creio que por uma falta de sintonia, concentração naquele momento.

O Banco: Com um banco em cena um improvisador se coloca no assento de uma forma em que sua postura gere uma gama de possíveis leituras. Um segundo improvisador entra e interage a partir do que a linguagem corporal do primeiro improvisador sugere a ele.

…O que torna o jogo mais bacana é perceber as muitas formas de visualização de uma proposta e os consequentes desdobramentos. Ser mais neutro na linguagem corporal, ao se propor, aumenta as possibilidades de leituras diferenciadas. Assim, a probabilidade de supreender quem assiste é maior. É muito legal perceber enquanto publico que o outro percebeu uma possibilidade diferente da que você viu.

Os Contos: A proposta consiste em representar um conto infantil que pertença ao imaginário das pessoas em geral sem texto. O uso de uma linguagem “inventada” é permitido. Os enfoques do exercício são: mímicas, interação com espaços, objetos…

…As estratégias que cada um usou para apresentar os personagens foram destacadas como importante para estabelecer a cumplicidade com o público. O que consigo lembrar de marcante: Bruno e os narizes dos porquinhos, Barbara e a orelha do anão, demais, Bella e os passarinhos, Duarte e o “suave” sono da princesa, Renatinho e todos os personagens de Cinderela, Leo e o batismo do rei leão, ah e lógico a cara de:  “ O que é isso…. ” de todos no final do conto que tentei representar, rs

Fala-se sobre algumas sensações, duvidas e afins. Em circulo nos olhamos agradecidos pelos momentos compartilhados.

Desculpem pela demora, espero que dê para quem não participou da aula entender.

Beijos, inté.

[Mod II] Aula 2 – 17/04/10, por Bella M.

20 de abril de 2010

Cheguei super animada no curso. Reconhecer quem era quem (como faltei o primeiro dia, não conhecia as pessoas), cumprimentar quem eu já conhecia, inclusive meu primo de 3º grau Bruno Berg, que eu nem conhecia pessoalmente! Um encontro de família emocionante, hehe. Entramos na sala, sentamos em roda e os novos colegas se apresentaram, nome e o que fazem da vida, o que os levaram ali. Pela primeira vez me senti ansiosa pra falar de mim, o que nunca aconteceu. E eu nem lembro o que eu disse, acho que gaguejei tudo e esqueci um monte de coisa. O que me conforta é que não era a minha única chance de mostrar quem eu sou, ainda teremos muitas oportunidades. Enfim, todos descalços e começamos o aquecimento de articulações e aparelho vocal.

Desde que saí do Kickboxing no meio do ano passado eu nunca mais fiz um exercício físico na minha vida. Alongar as articulações da maneira diferente proposta pela Débora, (visando a oposição, e não simplesmente esticar de qualquer jeito), foi como acordar o meu corpo. Tanto que no dia seguinte fiquei totalmente dolorida como se tivesse ido pra academia. As pernas e os ombros estavam todos doloridos. Sensação gostosa de corpo trabalhado. E olha que nem fizemos nada tão elaborado ou difícil! O meu corpo era que tava morto mesmo. Já comecei me animando por aí, e já espero ansiosa pela evolução desses exercícios de alongamento na próxima semana.

Como a turma aumentou muito e estávamos cheios de nomes e caras novas, fomos para o exercício das flechas com os nomes. (Apontar um colega da roda e com uma palma, dizer o nome dele). No início, é claro, tudo um pouco travado, eram muitos nomes e rostos pra decorar. E ainda, contamos com 2 Isabelas, 2 Brunos e 2 Léos, o que deu um nó na cabeça da galera! Depois que a Débora disse que era certo se a gente errasse, aí começou a fluir melhor. Gostei quando ela desafiou quem estava se dando bem, dizendo que poderia ser mais rápido ou falar nomes que ainda não tinha falado. Eu me senti nesse grupo que tava conseguindo fazer direito, e quando me propus a ser mais rápida, me senti travando também. Passei uma rasteira em mim mesma, vai boba! Adoro quando acontece isso. Fizemos o mesmo exercício, porém usando as flechas com os nomes errados. Isso deu uma fixada legal nos nomes e rostos, lembrando que de tempos em tempos mudávamos de lugar na roda.

Passamos para o jogo de pique-pega (quem estiver prestes a ser pego grita o nome do novo pegador), e acho que houve uma certa dificuldade da turma pra entender a proposta do jogo. Eu já havia jogado esse jogo outras vezes, mas sempre me dou muito mal nele. Acho que ele trabalha a ansiedade e a inteligência. Quando vejo o pegador se aproximando, desoriento e não consigo falar nenhum nome. Quando falo, sou burra e falo a de um outro jogador que está muito próximo de mim, e acabo me dando mal do mesmo jeito. Apesar de ser um jogo de agilidade, exige muita calma e concentração. Na última partida tentei controlar mais o meu nervosismo e até consegui chegar mais ou menos no final, mas quando me dei conta de que estava jogando com mais 4 homens, eu desconcentrei e perdi rapidinho.

Jogo da máfia. Esse eu nunca tinha jogado. Adoreeeei! (Uma pessoa fala o nome de outra da roda, que rapidamente tem que se abaixar para não ser morto pelos companheiros ao lado, que atiram. Se a vítima abaixar, se salva, e morre quem atirar por último. Quem morre, permanece abaixado o resto do jogo e dita a próxima vítima). Os dois primeiros jogos não funcionaram muito. Acho que a gente demora um pouco pra entender qual é a do exercício, normal. Mas depois achei que a quantidade de comentários, risaiada e piadinhas a cada morte atrapalharam o andamento do jogo. Débora deu todos esses toques, dizendo que o tempo de rir e comentar é o tempo de você fazer a melhor jogada para se vingar de quem te matou. O jogo sendo dinâmico, não dá tempo de ninguém premeditar nada, nem mesmo assimilar as pessoas que estão ao seu lado, e aí é que fica legal, cria-se um suspense. Depois das dicas o jogo funcionou muito melhor. Criou-se um climão de assassinato na sala. Eu estava concentradíssima me sentindo a matadora. Pá! Pá! E ganhei o último jogo. =) Só achei que a decisão para ver quem matou primeiro deveria ser mais rápida, nos casos de “empate”, e que a opção “segundo tiro” não deveria valer. O que vale é a rapidez e qualidade do tiro, não a quantidade de tiros.

Exercícios de performar um objeto. Todo mundo caminhando pelo espaço, cada hora a Débora falava o nome de alguém, que falava um objeto, e todas as pessoas deveriam ser aquele objeto com o corpo. Automaticamente, a gente já estava fazendo os sons, e isso foi bem legal. Os objetos foram interessantes e possíveis de se fazer corporalmente, e eu queria estar de fora para observar as ideias dos meus colegas. Depois formamos grupos de 4 pessoas e quem assistia sugeria os objetos que deveriam ser executados. A montagem corporal dos objetos deveria ser feita pelo grupo, e todos integrados, dividindo a mesma ideia. Quando não acontecia dessa forma, a Débora pedia para que o grupo repetisse o objeto, porém executando de outra forma. Isso foi muito válido, dava pra ver que quando o grupo todo pensava junto e não uma só pessoa montava ou fazia por si só sem observar o grupo (eu fiz isso uma vez), o resultado era muito mais interessante e divertido pra quem fazia e pra quem assistia.

Construção de cenário. Como a turma é muito grande, fomos divididos em 2 grupos, um de 7 pessoas e outro de 8. Dividimos a sala ao meio e fizemos 2 filas. (O 1º da fila propõe um objeto que defina um local e interage com esse objeto. O 2º da fila repete o objeto e a interação do anterior e propõe outro objeto e outra interação… e assim por diante.) O primeiro ambiente construído foi uma praia, e o segundo, um restaurante. A observação final da Débora é que houve uma grande preocupação dos grupos em criar uma história, mas não houve interação com outros objetos, ou seja, teve gente que acrescentou uma fala, ou uma ação, mas não um objeto, o que saía da proposta do exercício. Outro ponto observado e muito interessante, é o cuidado com a manipulação dos objetos. Se passa um creme na perna, abrir o vidro, colocar o vidro ao lado, passar o creme, fechar o vidro, colocá-lo ao lado.

Divisão da turma em 3 grupos, construção de cenário. (Cada um do grupo propõe um cenário e os demais vão construir corporalmente este local para que o proponente interaja no espaço criado.) No meu grupo especificamente (Bella, Berg, Lorena, Renatinho e Thais) houve momentos de dificuldade do proponente não entender o objeto que o colega estava fazendo. (Teve uma hora que eu fiz uma escada de piscina e a Thais não entendia de jeito nenhum, aí mudei, fiz uma bóia e acho que ela também não entendeu, rs). Tivemos outros momentos ótimos em que tudo foi compreendido e uma mesma pessoa fez vários objetos para atender à demanda do proponente e da ceninha que estava sendo criada. (Como no salão de beleza, Renatinho passou de banco para cliente, depois pra pente, secador, e por aí vai.). No geral, acho que faltou um pouco mais de coragem. Acho que a proposta era mais objetiva também, não tinha nada que criar ceninha, mas a gente acabou criando, e por isso fomos os últimos a terminar o exercício. =(

Passamos então para o último exercício do dia, no qual cada um ia lá na frente sozinho e realizava ações simples, porém descrevendo simultaneamente as ações executadas. Pra mim esse foi o exercício mais difícil do dia. Além do nervosismo de estar exposta sozinha lá na frente fazendo o exercício, a vontade de acertar. Ao mesmo tempo em que achei chato ficar observando os colegas, um a um, (é muita gente), sei que foi a parte em que mais refleti e pensei no exercício. Observando o outro você aprende às vezes até mais do que fazendo. Vê como cada um executa à sua maneira, como cada um se vira, pensa e age de acordo com a situação que lhe é criada. Como Luisa disse no final, às vezes a gente tem a vontade de ir lá e resolver pelo outro, mas na nossa vez é que percebemos como é diferente estar lá na frente, e não sabemos como resolver. Então pra mim, esse último exercício valeu muito mais por isso, por essa paciência e observação do trabalho do outro.

Como para casa, fazer todos os dias os exercícios de alongamento e aquecimento das articulações, treinar essa consciência de realizar uma ação e narrá-la ao mesmo tempo e levar para contar aos colegas sem palavras um conto de fadas.

[MOD. II] Aula 1 – 10/04/10, por Lorena

19 de abril de 2010

1) Apresentação rápida (nome e o que espera do curso)

2) Introdução: exercício com os dedos, “um v, dois vs, com uma mão” . Os participantes tentaram realizar a atividade repetindo o “modelo” que foi proposto.

Na sequência, pede-se que os participantes desenhem com o dedo um triângulo, com a mão esquerda e, ao mesmo tempo, um quadrado, com a mão direita.

Comentários:  alguns encontraram mais dificuldades que outros. O comando não explicitou como deveria ser feito; a maioria tentou seguir o modelo do que foi feito pela professora. É interessante tentar formas diferentes.  Alguns estavam mais interessados no exercício do colega do que no própr fica então o questionamento, “por que observar o colega é mais importante que eu tentar realizar a tarefa por mim mesmo?”

Minhas sensações: Tentei executar o exercício da forma como foi proposto, logo perdi o interesse e passei a prestar a atenção nos outros colegas. Tive ansiedade para saber o “sentido” da proposta, mas não busquei descobrir por mim mesma.

3) Aquecimento corporal – alongamento, aquecimento de articulações, massagem na face, caretas, pequeno aquecimento vocal com “trrr” “frrr” e “brrr” em tons variados, do agudo ao grave.

4) Aquecimento e apresentação do grupo – os participantes se dispõem em círculo. Um inicia falando o próprio nome e passando para o outro, com palma apontando para o colega, o colega dá sequencia passando para outro, e assim por diante.
A seguir, novo início, e o participante fala o nome da pessoa para quem está passando a palma. Primeiro na sequencia do círculo, depois aleatoriamente.

Na sequêndia, muda-se a chave do exercício: ao passar a palma para o colega, fala-se o nome de qualquer participante, exceto o nome correto da pessoa para quem se está passando.

A seguir, pede-se para os participantes prestarem atenção nos colegas, para integrar todos ao jogo, repassando a palma para quem estiver destento.

Na sequência do exercício, deve-se passar a palma para a pessoa e falar o nome correto; se errar o nome, muda-se a chave do jogo e todos passam a falar o nome errado, e assim em sequencia.

Comentários: nessa ultima forma da atividade, não há “certo e errado”, mas mesmo assim as pessoas estão tensas para saber se estão acertando ou errando.

Minhas sensações: busquei guardar os nomes dos colegas, e fiquei mais tensa na segunda parte, quando tínhamos que enviar a palma para quem estivesse desatento. Senti que o exercício treinou concentração.

5) Exercício 1: dando presentes. Em duplas (A e B), oferece-se um presente ao outro, por meio de mímica, mas que, inicialmente, não limite o formato ou peso do presente. Quem oferece não diz o que é o presente. Quem recebe é quem irá definir o que foi recebido, verbalizando p. ex. “Ahh! um livro! Obrigado!” etc.

Na sequência, o comando muda para que o jogo tenha três etapas: 1) A oferece o presente, sem dizer o que é; 2) B recebe e define o presente; 3) A detalha algo no presente, também verbalizando.

Comentários: é interessante demonstrar agrado ao receber o presente, pq a idéia do exercício é também a descontração, a energia que se passa. Verificamos que existem os lugares de conforto, que as pessoas procuram para facilitar o jogo, como: repetir os presentes; demorar para receber; inventar “caixas e embrulhos”; roubar a idéia da outra dupla; demorar no detalhamento, construindo diálogo, e não passar para o próximo presente.

Minhas sensações: com o decorrer do exercício, fui me sentindo cansada, quando foi acabando o repertório. Achei que algumas duplas se excederam no volume da voz, o que me incomodou um pouco (algumas vezes não conseguia escutar o que minha dupla estava dizendo).

6) Exerício 2: “o que você está fazendo?”
Jogam duplas (A e B), o restante é platéia.
A executa uma ação, B pergunta “o q vc está fazendo?”, A responde qualquer atividade que seja bem diferente da ação q estava executando.
Os demais jogadores da platéia é que podem definir se o jogador erra, isto é, se demora ou diz algo q é proximo da ação executada. Nesse caso, o jogador da platéia entra no jogo e substitui o jogador que “errou”.

Comentários: notar que certas ações se repetem; notar que fica-se “cansado” por ter esgotado o repertório.

Minhas sensações: no inicio, me senti um pouco inibida; depois notei que os outros colegas também “erravam” e me dispus a entrar no jogo de forma mais inteira. Ainda assim, me senti um pouco insegura ao executar as ações. Com o decorrer do exercício, acabei esquecendo a insegurança e me divertindo bastante. Em um momento, preferi “errar”, mesmo sabendo que era erro, do que “perder a piada”.. rs…

7) Exercício 3: 4 ou 5 jogadores, unidos em abraço, falam como se fossem apenas uma personagem, em uníssono, respondendo a questionamentos da direção e platéia. Têm que inventar dados da personagem, em conjunto. Se a frase não ficou bem articulada pelo grupo, deve-se repetir.

Na sequência, sugere-se dois grupos (duplas), com personagens que conversem entre si.

Comentários: nota-se que há lideranças, e que as lideranças não podem se manter sempre, pq fica cansativo para a platéia. Assim também acontece nas cenas de improvisação.

Minhas sensações: me senti bem porque considero que alternei bem os momentos de liderança e outros em que segui um outro colega que estivesse liderando. Também me diverti com o jogo.

8 ) Exercício 4: contação de histórias em conjunto. Jogam 4 ou 5, e o restante é platéia. No grupo de jogadores, cada um deve falar uma palavra (inclusive artigo, conjunções etc), para juntos formarem uma história.

Comentários: não se pode fugir muito da “zona de conforto”, isto é, do que seria previsível, porque acaba causando estranheza ao público; não se pode controlar a história, dependemos de todos (isso pode causar tensão e ansiedade nos participantes); deve-se notar se é possível mudar a historia, “fazer acontecer”, aumentar ou diminuir o ritmo, através de articulações entre as palavras “mas”, “porém”, “entretanto”, etc. Todos esses aprendizados servem para jogos de improvisação.

Minhas sensações: não tive problemas de inibição, talvez por ser um exercício em grupo, no qual ninguém se sobressaía; tentei dizer uma palavra que se encaixasse nas palavras dos colegas para q a história fluísse, e tentei alterar a história ou deixá-la mais interessante, em alguns momentos. Não fiquei tensa por não poder controlar a história, acho que todos do grupo trabalharam bem, em conjunto.

9) Finalização: Participantes dispostos em círculo. Cada um aquece suas mãos (direita sobre esquerda), oferecem a mão aquecida ao colega do lado, sem tocarem as mãos, por um momento. Na sequência, dão-se as mãos, agradecem e se despedem do colega com o olhar.