Archive for the ‘Diário de Bordo’ Category

OFICINA GRATUITA: A dramaturgia na improvisação teatral

13 de julho de 2010

Público alvo: pessoas com alguma experiência em teatro e/ou em improvisação teatral

de 09 a 11 de julho, de 14 às 17:00h
Sede Grupo Teatro Invertido

Rua Célia de Souza, nº571, Sagrada Família
Inscrições – enviar breve currículo para debora.o.vieira@gmail.com

A condução:

Integrante e fundadora da UMA Companhia, Débora Vieira é atriz formada pelo CEFAR (Fundação Clóvis Salgado) e atualmente realiza estudos de mestrado no Poslit UFMG, numa pesquisa sobre a dramaturgia da improvisação. Junto à UMA Companhia atua no espetáculo Match de Improvisação (2006), sob direção de Mariana Muniz. Integra também o elenco da peça Cortiços (2008), dirigida pelo coreógrafo Tuca Pinheiro e produzida pela Cia de Teatro Luna Lunera. Trabalhou como co-dramaturga do espetáculo A Fabulosa Redonda Flor (2009), dirigida por Bruno Godinho junto à Cia de Yepocá. Em 2009, residindo na cidade de Santiago do Chile, realizou uma residência artística junto ao Colectivo Teatral Mamut e estudos de especialização em Dança-Teatro (Instituto de Enseñanza Teatral La Olla)  e Pedagogia Teatral (Universidad de Chile). Ainda em 2009 participou do festival Mujeres Creadoras, realizado pelo grupo Yuyachkani, na cidade de Lima, Peru. Já ministrou aulas de Consciência Corporal e de Yoga na Geraes Cultural (BH) e de investigação teatral no projeto no IN CENA – Curso livre de Teatro da Cia. de Teatro Luna Lunera –, além de oficinas  e cursos de improvisação junto à UMA Companhia. Integrou oficinas com Shawn Kinley (Canadá), Impromadrid (Espanha), Complot Escena (México), Natália Tencer (Argentina), Cristina Castrillo (Suíça), Graziela Rodrigues (SP), Lia Rodrigues (RJ), Morena Nascimento (BH) e Movasse (BH), entre outros.

Realização: Débora Vieira e Ministério da Cultura

Apoio: UMA Companhia, Grupo Teatro Invertido e Mayombe

Fotos da Oficina:

[Mod II] Aula 7 – 29/05/2010, por Bárbara Oliveira

25 de junho de 2010

– Aquecimento Corporal: Alongamento. Acordar meu corpo. Movimentos começando pelos braços, dedos, cotovelos, cabeça, pescoço, passando pelos ombros, tronco, bacia e cintura. Depois joelhos, pés, dedos dos pés. Movimentos leves e suaves. Mantendo o corpo todo em movimento. Aquecendo todas as partes do corpo.  Espreguiçar, soltar o ar. Sempre com energia.

No aquecimento me senti numa dança “muito estranha” mais “gostosa”, quando começamos a movimentar todos as partes do corpo, procurei mentalizar uma melodia suave e fui mexendo o corpo seguindo esse ritmo. Estava “viajando” na minha “dança estranha” mexendo meu corpo ao máximo que podia, e Mário falava: “Não se esquecem dos cotovelos” e eu tentava encaixar os meus cotovelos nos movimentos sem perder o ritmo que estava mantendo. Foi delicioso o aquecimento. Sem seguir numa linha concreta. Corpo livre, solto e totalmente alongado e preparado para os próximos exercícios.

– Caminha pelo espaço: Caminhando pelo espaço.  Percepção do espaço. Mantendo conexão com o colega através do olhar. Energia.  Sorrindo.  Foco em eixo do corpo. Mantenha o equilíbrio do espaço. Mantenha o ritmo do grupo.

– Caminhada com substâncias: Caminhada pele espaço. Mantendo conexão com o colega através do olhar. Energia pra cima. Sorrindo sempre. – Elemento terra: Caminhada na base. Pés firmes, aterrando o chão. – Elemento água: Caminhada suave. Movimentos leves. – Elemento ar: Caminhada densa.  – Elemento fogo: Caminhada com energia. Movimentos “quentes”, rápidos, inteiros. Soltando sons. “Explodindo”.

– Caminhada/Dança com elementos: Caminhando pelo espaço. Mantendo o ritmo da música. Conectando com o colega. Equilibrando o espaço. Usando todos os elementos nos seus movimentos. Sem perder a energia. Sorrindo. Enfocando as características sugeridas por cada um desses elementos. Usando as partes do corpo para expressar as características dos elementos. Jogando com o colega. Mantendo conexão pelo olhar numa distância no espaço.  Equilibrando a energia desses elementos no seu corpo. (40% água – 47% fogo – 13% terra – Exemplo)

Usar os elementos na caminhada equilibrando e mantendo o ritmo da música foi pra mim um dos exercícios mais bacanas que fiz em todos esses anos de teatro e oficinas. Inusitado. Diferente. Eu me diverti e me entreguei até demais, eu acho. Porque na hora que Mário falava o elemento meu corpo imediatamente agia de uma forma, sem pensar, livre, eu saia fazendo os movimentos, e quando olhava para a turma eu me sentia um ET. Em alguns movimentos fechava os olhos para me entregar por inteiro, e deixar a música levar meus movimentos, mas sempre vinha o Mário e falava “Olhos sempre abertos”. Depois a sala inteira estava tomada pelos movimentos e foi muito gostoso. Muito pesado o exercício. Dava pra ver no rosto de todos, a expressão de cansaço, mais a energia não morria. E sempre sorrindo. Os elemento ar e água são bem parecidos, por serem suaves, mais no caso Mário explicou que o ar, seria mais denso. O elemento fogo era aquele de mais energia, no inicio senti dificuldade em soltar sons mais depois saiu naturalmente, eu me sentia em alguns momentos que fosse “explodir”. Quando a gente trabalha o elemento fogo e depois o elemento água ou ar, era um alívio para nosso corpo e mantinha um equilíbrio bom.

– Trabalhando os elementos no corpo: Todos sentados, um voluntário ia á frente e seguia aos comandos dos colegas: Perna direita fogo / mão esquerda ar / Cabeça fogo + cintura água.

Eu não quis arriscar. Fiquei sentadinha observando meus coleguinhas. Percebi que é bem difícil manter dois ou até três movimentos no corpo. Principalmente quando eram elementos oposto e trabalhar, por exemplo, esquerda/direita usando a mesma parte do corpo, eu ia senti dificuldade.

– Pegador com elementos: Círculo. Improvisador A ao centro. Quando B toca determinada parte do corpo de A, este deve tentar pegar B com a parte do corpo tocada, e assim sucessivamente. Todos do círculo podem tocar o corpo de A. Trabalhando a dinâmica com os elementos. Mário foi dando os comandos.

Foi muito divertido esse jogo. E brincando, nós estávamos trabalhando os elementos e movimento o corpo. Existia concentração também em manter o elemento e pegar o colega que estava no centro.

– Caminhada Inspira/Expira: Caminhando em circulo. Inspirando fechando os braços e expirando soltando os braços. Movimentos bem suaves. Depois mantendo a oposição do movimento iniciado. Trabalhando também outras partes do corpo. (cintura, tronco, ombros).

Esse exercício veio como um relaxamento. Depois de uma aula “punk”, todo mundo exausto, corpo agitado. Os movimentos junto com a respiração foram colocando tudo no lugar, diminuindo minha energia, mas não perdendo toda. Foi muito relaxante.

– Conversa em círculo: Discussão sobre a aula.

– Fechamento da aula: Música com ritmo. Trabalhando os movimentos. (Não lembro a música)

[MOD I e II] Aula 8 (AULA ABERTA) – 05/06/10, por Luisa Naves

18 de junho de 2010

1ª PARTE

1- Aquecimento com Mariana:

2- Caminhando pelo espaço

3- Jogo das flechas:aprendendo novos nomes

4- Jogo do Vrum (não lembro que palavra era que a gente jogava pro próximo): acréscimo de outras variações (o que pul um jogador, o que inverte a roda, o que joga para outra pessoa em diagonal,trabalhando  ritmo e tom de voz)

5- Palmas sincronizadas em roda: batendo 1, 2, 3, 2, 1

6- Jogo do Bop: acréscimo de variações (torradeira, torradeira quebrada (tinha mais alguma que acrescentou?) , e mantendo James Bond, Jesus Cristo, Elefante (mais algum?))

7-Pulando em 8, 4, 2, 1

8-Palmas sincronizadas: trabalhando ritmo e sentindo o grupo

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INTERVALO E LANCHE

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2ª PARTE – AULA ABERTA

1- Aquecimento com Mariana

2- Caminhando pelo espaço

3- Formando um cardume:  depois faz círculo

4- Jogo das flechas (nome novo de convidada)

5- Palmas

6-Pulando em 8, 4, 2, 1

7- Foto de 7 e foto de todos

8- Improvisação 4 e depois 5 pessoas (pô pai e ônibus com funk)

9-Jogo das mãos

10-Dublagem

11-Triglodita

12-Inversão de papéis

13-Comentários grupo e professoras

14-Comentários plateia

[MOD II] Aula 1 – 10/04/2010, por Leo duarte

18 de junho de 2010

Aula do Curso Impro Dia 10/04/2010
Facilitadora/instrutora : Débora
Participaram da Aula : Léo Duarte, Leonardo, Lorena, Vivian, Mirian, Kaique, Pedro, Bruno(?), Thais .

Formação de Círculo, dinâmica de apresentação, onde cada integrante relatava suas experiências/formações Teatrais e as perspectivas com o curso Impro.

Exercício de Coordenação e sincronia
Formação de “V” com os dedos da Mão.
Foi proposto a formação de 1 “V” com a junção dos dedos mínimo com anelar e médio com indicador, formando um “V” no centro no espaço da abertura que se formou.
Formação de 2 “V” com a junção do médio com o anelar e abrindo bem os dedos mínimo e indicador.
Fazer movimentos sincronizados formando um e dois “V”
Impressões: com a palma da mão voltada para fora iniciei os movimentos , minha coordenação motora é muito ruim e fazer os movimentos aparentemente simples tornou-se um desafio, não consegui fazer na mesma velocidade que meus colegas, o que dificultou também minha concentração pois deveria concentrar e fazer os movimentos de forma mais sincronizada, quando consegui uma certa habilidade o exercício terminou, me desconcentrei várias vezes.
Orientação do Instrutor : Poderíamos ter feito o exercício da forma que ficássemos mais confortáveis , ela nos mostrou o exercício com a palma da mão para fora , mas poderíamos fazer com ela para dentro, poderíamos usar auxilio da outra mão para realizar o exercício. É muito importante o sentido da audição quando proposto alguma ação, Quando não há a proibição de imediato poderíamos ter feito da forma que nos encontrássemos mais a vontade.

Exercício de sincronia.
Com a mão fechada e com o dedo indicador da mão direita teríamos fazer um retângulo e com o dedo indicador da mão esquerda fazer um triângulo.
Impressões : Como já disse minha coordenação é quase inexistente, tive muita dificuldade em fazer o exercício em sincronia, quando percebi que não conseguiria comecei a fazer as formas geométricas uma por uma. Me desconcentrei algumas vezes, mas a partir do momento que tomei a iniciativa de fazer um por vez me senti mais atento.
Orientação do Instrutor : Poderíamos ter feito o exercício da forma que ficássemos mais confortáveis, nos foi orientado que poderíamos ter feito o desenho no chão ou de alguma outra forma que não fosse no ar, já que havia restrição como executar o exercício.

Aquecimento – foram realizados exercícios de Alogamento/aquecimento ( poderia descrever Débora?)
Exercício de fixação de nomes (ZIP, ZAP e Vrun)
Instruções : Formação da Roda em pé, cada participante terá que dizer o seu nome com movimento unindo as palmas da mão, mas com a palma da mão direita indicando o sentido do próximo integrante , a apresentação deve ser repetido por duas vezes.
Após a apresentação, com o mesmo movimento de mão agora o último participante terá que dizer no sentido horário o nome do próximo integrante da roda, repetido por duas ou três vezes.
Com a fixação inicial dos nomes a direção poderia ser aleatória desde que dentro do circulo e o participante deverá indicar o próximo participante indicando com movimento espalmado e mencionando o nome do indicado, que deverá dar continuidade ao exercício.
Com o exercício estabelecido houve a variação de dizer o nome trocado do próximo participante que indicando com movimento espalmado e mencionando o nome trocado do indicado, que deverá dar continuidade ao exercício.
Variações : O jogo inicia indicando e dizendo os nomes corretos, quando houver erro nos nomes começa o exercício da forma com os nomes trocados. Quando o participante confundir e dizer o nome certo quando a proposta é dizer o nome errado o jogo se restabelece e os jogadores deverão dar continuidade indicando e dizendo o nome correto .

Obs: Não lembrei da técnica do Vulcão.
Manter equilíbrio de espaço, dando voltas pelo espaço preenchendo os espaços vazios.

Exercício do Presente:
Foi demonstrado a ação 01: um participante deveria entregar em forma de mímica um embrulho contendo um presente para outro participante, formando uma dupla, quem recebia o presente determinava o que era o presente e retribuía o presente. Ao receber poderia usar ação verbal.

Ação 02 – Presentear, o outro receber, determinar o presente fazendo mímica de possível formato e verbalizar dizendo da utilidade do objeto. Após colocar o objeto em algum lugar, o que recebeu o presente deveria retribuir o gesto dando outro presente a quem o presenteou.

Impressões : Alguns participantes falavam muito alto, exaltados, com euforia excessiva o que dificultava o entendimento de alguns presentes. Demora para definir os presente. Diziam presentes que outras duplas já tinham recebidos ou coisas mais simples. Algumas vezes demorava-mos a abrir os presentes para determinar melhor o que estávamos recebendo assim ganhávamos tempo. Achei muito longo e cansativo, talvez se tivéssemos trocado mais de duplas teria tido melhor aproveitamento. E o repertorio de presentes se esgotaram.

Exercício “ O que você está fazendo?”
Uma dupla fica em cena , o jogador 01 executa uma mímica de uma ação e quando é questionado pelo jogador 02 ele diz está fazendo outra ação diferente a que está demonstrando, imediatamente o jogador 02 começa a demonstrar a ação relatada pelo jogador 01, o jogador 01 questiona o que o jogador 02 está fazendo e o jogo reeinicia.

Obs: O jogo para quando a ação demonstrada através de mímica é muito parecida ou a mesma com o mencionada pelo jogador que a está executando. Os jogadores que errarem são substituídos pela platéia e reinicia o jogo.
Impressões : quando o jogador fica muito tempo no jogando é possível notar o cansaço e falta de repertório, alguns tinham gestos bem contidos não sendo possível determinar de imediato qual era a ação executada, alguns se excediam nas gesticulações. Fiquei bem a vontade apesar de não ficar muito tempo no jogo. Notei que alguns tiveram mais facilidade ou familiaridade com o jogo. Me senti inseguro também, mas a medida que os outros foram jogando me senti mais a vontade.

Exercicio de sincronia vocal.
Os grupos foram divididos em 04 e 05 jogadores.
Unidas por um abraço coletivo os integrantes presentes no jogo devem responder as perguntas feitas pela instrutora e platéia.
Os jogadores terão que responder e encaixar as vozes de forma como se fosse apenas uma pessoa falando. Quando erram a resposta deve ser repetida.
Instruções: uma das formas de se responder corretamente é repetir como resposta o pequeno enunciado da pergunta, facilitando na articulação das palavras.
Foram feitas a mesma técnica reproduzindo diálogos com duas duplas, lembro que eu e Pedro contra Luiza e Vivian ou Miriam (se escrevi o nome errado ela vai me matar ainda não consegui ligar os nomes as pessoas, me perdoem vou me esforçar mais). O nosso tema foi escola.
Impressões : Exercício de liderança, saber ouvir os outros integrantes, me diverti muito com este exercício tanto executando como platéia, me senti a vontade para executar. Tentei algumas vezes exercer a liderança mas como no grupo já tinha outras pessoas com este perfil achei melhor não criar conflito de liderança.

Exercício de construção de histórias
Os grupos foram divididos em 04 e 05 jogadores.
A facilitadora determina qual o tema a ser construído a história.
Cada jogador deveria falar uma palavra de modo a formar frases da história.. Quando a palavra era dita pelo ultimo jogador retornava ao primeiro e era dada a seqüência do exercício continuando a frase e a história.
Os dois grupos se apresentaram.
Impressões: Algumas palavras repetidas, temas se repetiram mesmo inconscientemente, mas foi um excelente exercício de raciocínio e pensar em palavras para encaixar não facilita o jogo. Tentei mudar o rumo do jogo colocando preposições adversativas mas acho que as pessoas do grupo não entenderam minha proposta. Achei muito bom o exercício.

Formação da Roda Final : Troca de impressões de cada participante.

[MOD I] Aula 2 – 17/04/2010, Juliana

18 de junho de 2010

{MODULO 1} – AULA 2

Olá pessoal!
Depois de 450 anos tentando descobrir o funcionamento do mundo dos blogs…rsrsrs
Os comentários/atividades vão fluir de acordo com o que eu me lembrar! =)

1) Aquecimento corporal – alongamento, aquecimento de articulações, massagem na face, caretas, dar palmadas no próprio corpo e no corpo do companheiro.

Comentário: acredito que o pessoal deve ter feito outros movimentos (por favor completem), perdi o início da atividade pela minha troca do horário! =P

2) Atividade 1 – 20´ (ação) e 20´ (história).

Jogam 2 participantes.

Em 20 segundos um participante fala um fluxo ininterrupto de palavras quaisquer.
Na sequência, o outro(ouvinte) tem 20 segundos para contar uma história utilizando as palavras faladas pelo outro participante. Depois alternam.

3) Continuação – Atividade 1 – 20´ (ação) e 60´ (história).

Jogam 2 participantes.

Em 20 segundos um participante fala um fluxo ininterrupto de palavras quaisquer.
Na sequência, o outro(ouvinte) teria agora 60 segundos para contar uma história utilizando as palavras faladas pelo outro participante. Depois alternam.

COMENTÁRIO: Difícil definir o mais complicado na 2): lembrar de todas as palavras ou conseguir construir uma história. Após a extensão do tempo para contar a história, o exercício fluiu melhor e a história ganhou mais contexto, os participantes conseguiram ter melhor desenvoltura para criar.
Ao final da aula discutimos a respeito dessa atividade e concluimos que a relação 20/20 seg não foi muito bem explorada. A história acabou se tornando um mero “junta palavras” com muitos termos conectivos (e, mais, que) mas sem sentido no final.

4) Atividade 2: Todos os participantes andam explorando todo o espaço, olhos nos olhos. Um participante, aleatoriamente, cai no chão (desmaiado) e os outros tem que reerguê-lo, chamando-o pelo nome e “reanimando-o” com palavras positivas. Reestabelecido o participante, todos voltam a andar até que outro caia.

COMENTÁRIO: Houve participação de todos, ela envolve entrosamento, agilidade mas achei que poderia ter um quê…não consegui pegar o “espírito” da atividade.

5) Atividade 3: Todos os participantes dispostos em círculo. Um participante (Mariana) inicia um movimento e os outros devem seguí-lo no mesmo ritmo. No momento em que ele parar os outros devem parar.

COMENTÁRIO: Envolve atenção e agilidade. Notei que a tendência é enpolgar nos movimentos (principalmente o que remetia a chutar o ar – perna erguida com joelho flexionado e movimento de vai e vem ) e quando a Mariana parava, as pernas sempre ficavam desencontradas. Depois vi que o pessoal pegou a idéia aí o ritmo foi se igualando.

6) Atividade 4: Jogo do assassino – Todos os participantes dispostos em círculo. Um participante fala o nome de outro da roda, o qual rapidamente tem que se abaixar para não ser morto (tiro) pelos participantes imediatamente ao seu lado.
Se a vítima abaixar, se salva, e morrerá o participante da lateral que atirou por último.Quem morre, permanece abaixado o resto do jogo e dita a próxima vítima.

COMENTÁRIO: Hilário! E, por isso mesmo, acabou desviando o foco da atividade, que acabou tomando ares de “jogo recreativo” nos primeiros minutos. Muitos risos e comentários no meio do jogo impedem o fluir. Depois de um belo “puxão de orelhas” na galera, retomamos a idéia da atividade que era de desenvolver a atenção e agilidade. Foi um dos melhores jogos do dia.

7)PAUSA – Porque até Deus, no sétimo dia descansou…

8) Atividade 5: Movimento/ Ação – Todos os participantes dispostos em círculo. Cada um inicia um movimento sem nexo e a partir dele deve criar uma ação.

Comentário: a princípio alguns forçaram o movimento para que o resultado fosse uma ação previamente imaginada (Exemplo: movimento de bater os pés no chão e na hora da ação “estarei matando um inseto”). Poucos de nós entramos no clima da improvisação.

Depois de percebermos isso constatamos que a tensão por causa da preocupação com o tempo para que a ação “apareça”, a preocupação com uma ação lógica, acabam conduzindo a mente a sabotar a espontaneidade do movimento e levando ao movimento premeditado.

Eu mesma, confesso que, inusitadamente, senti que meu primeiro movimento/ação tinha sido mais natural, depois da explicação da idéia da atividade, a tentação de forçar ficou maior e a segunda ação não foi nada natural pra mim.

9)Atividade 6: Jogo do goleiro – Jogam 2 participantes. Um participante (goleiro) fica a frente de todos os outros que se dispõem em meia-lua.
Um participante (jogador) se dirige ao goleiro fazendo um determinado movimento (não planejado). O goleiro deve imitá-lo e depois de um certo tempo ambos devem criar uma ação com o movimento inicial. Ao concluir a ação, o participante que era goleiro vai para a meia-lua e o primeiro jogador toma seu lugar. Na sequência, vem outro participante da meia-lua.

COMENTÁRIO: Enfatizando a atividade de antes… A princípio alguns tentaram induzir a ação através do movimento, ou seja, fizeram um movimento planejado para resultar numa ação previamente imaginada…a tensão fica ainda maior quando se sabe que não deve premeditar o movimento…achei que ficou muito engraçado por causa disso.O conflito interno do participante acabou gerando alguns movimentos “sem fim” e tornadno algumas ações mais inatingíveis do que outras…acabou acontecendo muita “forçação” para chegar na ação logo pois o movimento se estendia muito e/ou os jogadores não tomavam uma atitude para decidir que ação fazer. Ao final até que tiveram boas “duplas de ação”.

10) Atividade 7 : Jogo da Roda – Jogam 4 ou 5 participantes (dividiu-se a turma em 2 rodas), todos erguem os braços em sincronia com o bater de um dos pés no centro da roda. Simultaneamente, um a um, fala uma palavra qualquer em sincronia com o erguer das mãos.

COMENTÁRIO: Fluiu muito bem, o pessoal tava muito entrosado e deu pra seguir legal o fluxo. Depois a Mariana sugeriu usar rimas nas palavras. A princípio atrapalhou o fluxo mais rápido de antes, mas mesmo assim a atividade proceguiu sem maiores problemas.

11) Atividade 8: Jogo do “empurrar e responder” de acordo com a intensidade do estimulo – Jogam 2 participantes. Um deles toca no outro com intensidade variada, em partes do corpo variadas e o tocado, responde ao toque de acordo com a intensidade com que foi tocado e que achar que deve responder, voltando sempre para a postura de corpo neutro. Depois os jogadores trocavam de lugar.

COMENTÁRIO: Não fluiu bem a princípio, todos estavam seguindo a tendência newtoniana do movimento e não a tendência que deveria ser a lógica do exercício… (confuso isso,né?! rsrs)
Depois que a Mariana modificou o exercício para que a resposta do tocado fosse realizar um movimento newtoniano (de mesma intensidade na direção oposta) aí o jogo deslanchou legal. Dada a sugestão de fazer o tocado dançar ao som da música de fundo, a interação ficou melhor e a inibição reduziu significativamente.

12) El Finale: Todos os participantes se dispõe em círculo. Cada um aquece suas mãos (direita sobre esquerda), oferecem a mão aquecida ao colega do lado, sem tocarem as mãos, por um momento. Na sequência, dão-se as mãos, agradecem e se despedem com calorosa saudação.

Espero ter sido útil a todos! =)
Bjokkas

[MOD I] Aula 6 – 22/05/10, por Rafaella

18 de junho de 2010

Oi gente!
Segue abaixo a seqüência de exercícios feitos no dia 22 de maio de 2010. Se caso faltar alguma coisa, por favor, me lembrem.
Brigada!

1) Aquecimento Corporal:

Basicamente constituiu de um alongamento individual.

Comentário: Então, faltei essa parte, mas acho que foi isso.

2) Siga o Mestre:

Esse exercício baseia-se numa seqüência de movimentos proposto por um integrante do grupo, o qual estará no início da fila, sendo que a pessoa logo atrás dele terá que imitá-lo e a pessoa logo atrás desta imitá-la e assim sucessivamente.
Sendo assim, forma-se uma fila em que a primeira pessoa da fila, no caso o mestre, começará a fazer um movimento aleatório, podendo utilizar todo o espaço livre. A pessoa que está logo atrás do mestre tentará imitá-lo da melhor maneira possível, quem estiver atrás desta pessoa buscará imitá-la e assim segue. Ou seja, a terceira pessoa da fila imitará a segunda, NÃO o mestre e a quarta imitará a terceira….acho que deu pra entender.

Comentário: Uma característica interessante desse exercício é aceitação da proposta da pessoa a sua frente. Uma vez que, apesar do mestre propor o movimento você não irá se basear nele, a não ser que você esteja logo atrás dele, mas sim na pessoa que está a sua frente.

3) Bala Argentina:

Para esse exercício é necessário que se forme uma roda com todos os integrantes do grupo. Alguns movimentos e falas fazem parte do jogo que são:
•A expressão “YAH!” seguida de um movimento direcionado do braço dá o fluxo do jogo, para onde o braço apontar será a direção do fluxo. O participante que receber esse fluxo poderá continuá-lo com o mesmo movimento, ou alterá-lo com a utilização de outros movimentos do jogo.
•A expressão “RANDOM!” seguida de um movimento que lembra a dança do creu velocidade 1..rsrsr.. (comparação infeliz, mas não encontrei outra) faz com que o fluxo inverta.
•A expressão “AINH!” seguida das duas mãos, uma em cada olho, formando uma espécie de binóculos ou máscara faz com que “pule” a pessoa ao lado da que falou a expressão, lembrando que o fluxo continua no mesmo sentido.
•A expressão “AIA!” seguida do de um movimento complexo, mais ou menos o movimento do “RANDOM!” com uma das pernas levantadas faz com que inverta o fluxo do jogo e pule uma pessoa logo após a que falou. Basicamente é a união do “AINH!” com o “RANDOM!”.
• A expressão “HADOUKEN!” que é como se você estivesse lançando uma bola de fogo com as mãos. É o movimento feito pelo Goku do Dragon Ball Z quando ele lançava seu poder. Assim, no jogo você pode lançar essa “bola de fogo” de forma cruzada, ou seja, para qualquer participante que não esteja literalmente do seu lado na roda. O participante que receber poderá lançá-la novamente ou dar continuidade ao fluxo do jogo com o “YAH!”.
• E por fim o “TXii…” (o barulho lembra o de uma onda) o movimento que se faz é como se uma onda estivesse passando pela pessoa que falou. Essa onda segue o fluxo normal do jogo e vai passando entre os participantes. Na medida em que ela passa sua intensidade vai diminuindo até acabar. Nessa hora começa o “YAH!” novamente, no mesmo sentido.

O jogo começa com o “YAH!” e os outros movimentos são inseridos no decorrer do mesmo. È interessante observar que a velocidade do jogo se dá pela intensidade das falas das pessoas na roda. Quanto mais intensa for a fala da pessoa na hora do movimento mais rápido seguirá o fluxo do jogo. Importante também frisar que nesse jogo você tem que aceitar a proposta do outro, assim se alguém lhe passou o movimento com uma voz baixa você também passará o movimento com a voz baixa até que essa fique bem fraca e a outra pessoa proponha outro tom de voz, normalmente mais intenso.

Comentário: Como o Henderson falou esse jogo é de magia, lembra muito esses desenhos animados. É muito divertido. Sem contar que estimula a atenção e a memória.

4) SIM!!!!!…

O jogo possui duas formas: em roda e com todos andando pelo espaço.

• Em Roda:
Forma-se uma roda com duas pessoas no centro, estas vão se movimentar durante todo o jogo e os demais vão permanecer no lugar. As duas pessoas do centro gritam “SIM!!” e cada uma busca uma pessoa da roda, fica em frente a esta e fala:
– Esta é a estória da (o)………( pode ser qualquer coisa, como: Esta é a estória da árvore).
As duas pessoas gritam:
-SIM!!!
A pessoa da roda propõe outra estória:
-Esta é a estória da (o)………( pode ser qualquer coisa, mas de preferência algo que esteja relacionado a estória proposta pela pessoa do centro, como: Esta é a estória do verde).
As duas pessoas gritam:
-SIM!!!
Então, a pessoa do centro vai atrás de outra pessoa da roda, fica em frente à mesma e fala a estória que acabou de receber. Como no caso acima esta falaria:
Esta é a estória do verde. E assim segue o jogo.

Para dificultar ainda mais o jogo, simulamos a passagem de uma bola entre os participantes da roda, assim enquanto o jogo vai acontecendo o participante da roda tem que prestar atenção na bola imaginária que está circulando entre eles, pois quando esta chegar a pessoa da roda terá que pegá-la e passá-la para a outra pessoa a seu lado.

Comentário: é muito divertido! Todo mundo gritando SIM!!! igual um desesperado…rsrsrs…ajuda a quebrar a vergonha, já que fica normal gritar. Também ajuda muito no improviso, porque o jogo acontece meio rápido, e muitas vezes foge tudo da sua cabeça. Tem horas que você não consegue pensar em nada relacionado aquilo que a pessoa falou, acaba falando qualquer coisa. Quando insere a bola imaginária fica ainda mais complicado, já que além de prestar atenção no jogo, ou seja, responder a pessoa do centro, você ainda tem que passar a bola.

• Andando pelo Espaço:

Todos ficam andando pelo espaço de forma aleatória até que uma pessoa do grupo propõe um espaço a ser caracterizado por todos. Nesse momento todos gritão “SIM!!!” e cada um começa a compor o ambiente proposto. Por exemplo, se o espaço sugerido foi um ônibus todos vão compor esse ônibus, então uns vão ser os passageiros, outro o motorista, cobrador etc. Após todos caracterizarem o espaço, pode-se inserir fala a cena, formando um teatro de improviso.

Comentário: esse é um pouco mais complexo, pois além de caracterizar a cena proposta cada pessoa terá que interagir com os outros, realizando um teatro de improviso. Nesse teatro é necessário que todos prestem atenção qual é o foco principal da cena, para que assim não fique uma ação convergindo com outra, para que a atenção do público seja apenas na principal.

5) Presente Imaginário

O presente imaginário, como o próprio nome sugere, baseia-se num presente fictício que será imaginado e deduzido pela pessoa que receber ou der. Assim esse exercício foi executado de duas formas: na primeira a pessoa que recebia o presente o caracterizava e o definia, na segunda a pessoa que dava propunha isso. Na caracterização do presente é importante indicar claramente o que é o objeto, demonstrando assim o seu tamanho, o peso, a forma etc.

Comentário: O improviso nesse exercício é baseado na imaginação do que seria o presente, tentar caracterizá-lo de uma forma que o outro entenda é um desafio.

6) Presente Imaginário em Roda

Esse exercício é um pouco parecido com o anterior, porém todos participam e modificam o objeto recebido. Assim forma-se uma roda e uma pessoa da roda propõem o objeto, para isso ela utilizará apenas a mímica e, às vezes, o som. O objeto pode ser qualquer coisa, uma flor, uma caixa, um cachorro etc.
Após propor objeto, a pessoa o passará para a pessoa ao lado, esta terá que modificá-lo, ou seja, acrescentar algo ao objeto através da mímica. Essa passará para a próxima pessoa que também acrescentará alguma coisa ao objeto e assim sucessivamente.

Comentário: Acredito que a maior dificuldade nesse exercício é manusear o objeto imaginário da forma mais próxima ao real. Respeitando assim sua forma, como ele lhe foi entregue, as coisas que foram acrescentadas e a que você irá acrescentar.

7) Construção de Espaço

Nesse exercício há a continuação da mímica para representar um objeto. Porém, nesse, cada pessoa irá compor um objeto do ambiente proposto. Assim um lugar é sugerido, em seguida vai uma pessoa de cada vez e propõe um objeto que caracteriza o lugar, é importante lembrar que a segunda pessoa terá que repetir a ação da primeira e logo depois propor um novo objeto.
Para ficar mais claro, tomemos o exemplo da aula passada como referência, assim se um hospital foi proposto como lugar, poderá uma pessoa ir lá e colocar uma maca, a segunda terá que repetir a ação da primeira e acrescentar um novo objeto, um bebedor, por exemplo, a terceira terá que repetir a ação das outras duas, na ordem em que surgiram, e inserir um novo objeto, um soro por exemplo e assim sucessivamente.

Comentário: Esse exercício exige muita atenção, uma vez que é necessária que ao repetir a ação do outro você a faça da maneira mais fiel possível, respeitando, assim, o lugar em que foi feito, a altura, a forma etc. Além de ser necessário que você memorize todas as ações propostas.

• Sem um espaço pré-determinado:

Este é praticamente igual ao anterior, porém, nesse o espaço da ação não é proposto, dessa forma a primeira ação feita é totalmente livre, as outras também, mas tem que ter uma conexão com a ação anterior, para que ao final de todas as ações interligadas um espaço fique determinado. Um dos exemplos feito em sala foi o seguinte: a primeira pessoa fez uma ação que representava uma pessoa cavando, a segunda repetiu a ação da primeira e adicionou a ação de uma pessoa molhando a terra cavada com um balde, a terceira repetiu a ação das outras duas na ordem em que foram feitas e adicionou um carrinho de mão e assim seguiu. Ao final da ação de todos formamos uma horta.

Comentário: Acredito que a principal dificuldade desse exercício foi em respeitar a ações anteriores e também em saber se deveríamos manusear os objetos de onde eles ficaram ou de onde eles surgiram. Uma vez que algumas ações extrapolavam o espaço de onde deveriam ficar, tomando o espaço de outras ações já feitas, outras também não respeitavam a forma e o tamanho do objeto proposto. Outro problema que tivemos foi em saber se ação deveria começar de onde o outro deixou o objeto ou de onde ele surgiu, assim deveríamos colocar os objetos nos lugares para realizar todas as ações da forma em que foram feitas ou simplesmente seguiríamos a ordem que as ações foram propostas, como se os objetos já estivessem lá? Pelo que eu entendi a ultima opção seria a correta, assim seguiríamos a ordem das ações feitas e ao final proporíamos uma nova ação.

8) Composição Espacial

No último exercício a proposta foi diferente, o cenário já foi pré- determinado e as pessoas iam entrando e compondo o espaço da forma que queriam, podendo utilizar falas, mímicas, sons etc. Todavia todas as ações deveriam respeitar o espaço estipulado, assim se para entrar no espaço tinha que passar por uma catraca todos deveriam simular a passagem por ela ao entrar, se existia uma piscina no lugar todos deveriam respeitar esse espaço, se caso entrasse nele deveriam simular que estavam dentro da piscina. Primeiramente entra uma pessoa, esta explora o lugar da forma que preferir, depois entra as demais de acordo com a orientação do professor ou necessidade de mais personagens. Estes interagem de forma improvisada no ambiente aproveitando as oportunidades que o lugar lhes oferece.

Comentário: Apesar da ação da pessoa ser livre ela também é limitada, pois tem que respeitar o espaço proposto, diferente dos outros exercícios a pessoa não tem que repetir ações anteriores ou explorar todos os espaços, ela se movimenta da forma que preferir. Porém a maior dificuldade desse exercício é a interação dos personagens no espaço, como tudo é improvisado as pessoas que estão em cena têm que se esforçar para haver uma coerência na estória encenada, evitando contradições com as ações e falas anteriores.

Despedida:

Formamos uma roda, esquentamos nossas mãos esfregando uma na outra e lentamente a separamos e pegamos nas mãos das pessoas ao nosso lado. Abrimos ainda mais a roda e rapidamente corremos ao centro aumentando a intensidade da nossa voz. Batemos palmas, conversamos e vamos embora.

Acho q é isso gente!
Bjs

[MOD II] Aula 9 – 12/06/10, por Luisa Naves

18 de junho de 2010

Presentes: Bella, Leo, Leo duarte, Luisa, Caique, Bruno, Sandro, Renatinho

1- Aquecimento: foi um aquecimento mais rápido desta vez, aquecendo cada parte do corpo, articulações e cordas vocais. Girando cada membro do corpo e face.

2- Jogo das variações (não sei se o nome seria esse): o grupo fez uma roda e primeiro foi utilizada a variação “TU”. Cada pessoa olhava para um colega e dizia “TU”. Essa ordem foi mantida até que todas pessoas já estivessem acostumadas com essa variação e a velocidade da resposta e dos “TUs” ficasse mais ágil. Aí foi acrescentada outra variação, a dos nomes de cidades. Primeiramente foi estabelecida uma ordem de cidades, sendo que cada pessoa criava um nome e uma ordem aleatoriamente. Aos poucos a ordem vai se estabelecendo e cada pessoa sabe depois de qual nome de cidade (ou pessoa) ele deve falar. Quando essa variação foi estabelecida e o grupo estava em sintonia, a professora pediu para que acrescentasse a variação do “TU” junto com as cidades. Assim, as pessoas tinham que ficar atentas para receber e repassar o “TU” e ainda falar o nome de sua cidade na ordem certa. Conforme foi explicado: não haveria certo ou errado, ou “cutucar o colega” quando ele esquecesse, pois qualquer pessoa poderia reestabelecer a ordem se percebesse que alguma das variações estivesse sendo esquecida ou perdida. Depois de um tempo com essas 2 variações foi criada uma terceira variação, a do lugar (espaço). Cada pessoa deveria trocar de lugar com algum colega e, assim por diante, todos trocariam de lugar indefinidamente. Aos poucos as outras variações foram sendo acrescentadas para, no final, estarmos com as 3 variações acontecendo ao mesmo tempo. Cada um falando TU para o colega, falando a sua cidade na ordem e trocando de lugar. Porém cada variação tinha uma ordem específica para ser seguida.

Comentários: Esse jogo já tinha sido feito anteriormente, porém muitas das pessoas presentes nessa aula, não estavam no dia que esse jogo foi feito (para muitos era novidade). Na primeira vez que fizemos, o jogo se estabeleceu mais fácil e foi acrescentado até uma quarta variação, que era de uma almofada, que tínhamos que sempre passar (não jogar) para alguém. Dessa vez o jogo custou a se estabelecer. Não sei se porque estávamos menos concentrados, mas até eu (q já tinha feito) tive dificuldade. Mesmo quando colocamos 3 variações, sempre acabava ficando só 2, pois uma morria (era esquecida) no caminho. Até que alguém retomasse a variação perdida, outra já tinha se perdido. Foram poucas as vezes q as 3 variações funcionaram na ordem certa. Talvez pq tenhamos ficado pouco tempo em cada variação e não tenhamos nos acostumado tanto aos colegas e às ordens, não sei…

3 – Jogo do tiroteio: O grupo se dividiu em duplas e foi explicado 3 movimentos que deveriam ser feitos (carregar a arma, atirar ou defender). O jogo funciona como um “pedra, papel e tesoura”, porém você podia atirar, defender ou carregar para atirar mais vezes. Poderiam também serem inseridos sons para cada movimento. A dupla deveria criar um ritmo (mais acelerado à medida que fosse ficando mais à vontade com o jogo ou lento até pegarem a dinâmica) e ir jogando. As regras eram: você só poderia atirar se tivesse carregado a arma antes, e cada vez que você carrega, contaria como uma bala, portanto, você não poderia atirar em duas rodadas seguidas para depois carregar. Depois de um tempo, uma pessoa de fora das duplas (com a professora, o número de pessoas do grupo era ímpar) ficava atenta a alguma dupla e trocava de lugar com aquele que tivesse perdido. No final a professora definiu que os ganhadores iriam disputando, como uma tabela de futebol (oitavas de final, quarta, semi e final). Fizemos acho que só duas ou no máximo 3 vezes até o final.

Comentários: O jogo foi estabelecido com uma mesma dupla por algum tempo. Percebi que quando a gente joga muito tempo com uma mesma pessoa, além da velocidade ficar mais rápida, percebemos que a pessoa cria uma linha de raciocínio e fica mais fácil prever a ação dela. Exemplo: ela sempre carrega até a outra começar a carregar e depois fica defendendo por um tempo; ou ela sempre carrega algumas vezes e atira sempre que pode, defendendo pouco. Mas quando as duplas foram trocando, pudemos ver que os sons que cada um criou foram diferentes, a forma de fazer o gesto e as táticas também era diferentes. Alguns jogavam mais rápido (nossa, com a Débora era “the flash”) e outros mais devagar. Foi legal ver como cada um jogava. Mas tinham vezes que parecia que a gente já tinha se cansado da dupla e ficava sempre de olho se alguém de fora ia te tirar do jogo quando perdíamos. Era bom quando a pessoa de fora nem estava olhando pra gente, pois nos tirava da situação de conforto e nos fazia ter que jogar mais vezes com a mesma pessoa. Foi bom para ver concentração e coordenação motora, pois era difícil pensar no movimento, no som e numa tática ao mesmo tempo.

4- Expandir ou avançar: Débora explicou o conceito de expansão e avanço de uma história. A grosso modo, o avanço refere-se mais a ações e utilização de verbos na narração, enquanto a expansão refere-se mais a descrições, características, a sinestesia da cena e utilizando adjetivos. Exemplo de história que avança: hoje eu acordei, escovei os dentes, coloquei minha roupa, percebi que tinha perdido meus óculos, resolvi sair de casa assim mesmo e cai. A história pode avançar de forma mais rápida, sem ser tão cronológico, como: recebi um telefonema, arrumei um emprego, tive que me mudar para SP. Exemplo de expansão: hoje eu acordei e o dia estava lindo, uma brisasuave entrava pela janela, o sol batia forte no meu rosto, meu quarto estava todo iluminado e eu já nem tinha mais tanto sono…

Como a Débora falou, é normal quando a gente expande uma história, que a gente avance um pouco nela e vice-versa, mas temos que ficar atento para saber usar esses conceitos na improvisação porque tem horas que a história vai “ralentando” e ficando sem graça se a gente expandir muito, então precisamos avançar para criar mais dinamicidade. Ou às vezes estamos avançando tão rápido (muitas vezes quando queremos chegar logo ao fim ou para apresentar alguma situação) que a plateia não acompanha a narrativa ou acaba não tendo tempo de se identificar com os personagens (a expansão permite maior proximidade com os personagens e as situações, por isso é importante usá-las) e a cena fica ruim. Temos que saber dosar e chegar a um ponto de equilíbiro entre esses conceitos.

Então fizemos um jogo em que 4 pessoas iam à frente narrar uma história. O título era escolhido pelo grupo que assistia. Um iniciava a história e à medida que a professora ia apontando essa pessoa tinha que expandir ou avançar a história. Em determinado momento a professora pedia para que outra pessoa continuasse a narrativa, até que o última teria que finalizar. Sempre seguindo o comando da professora de avançar e expandir.

Comentários: No início tivemos muita dificuldade em seguir realmente o comando e às vezes avançávamos quando tínhamos que expandir ou vice-versa. Mas aos poucos fomos entendendo melhor e seguindo. Acho que o conceito ficou bem claro. O difícil era pensar nisso e ainda criar uma coerência na história.

5 – Improviso de 1 jogador com 4: formou-se um quadrado de 4 pessoas nas pontas e uma no meio (o resto ficou assistindo). A pessoa do centro era o personagem central de uma história e ele deveria reagir a cada ação dos outros participantes (um de cada vez). Depois que aquele que havia interagido com a pessoa central sentasse, a pessoal central deveria voltar a uma posição neutra e só agir novamente quando outro participante interagisse com ela. Um título ou lugar era escolhido pelo grupo que estava assistindo.

Comentários: Ao longo das interações, foi criado um recurso de flashback que foi bem usado em alguns momentos e tornou a narrativa mais interessante e permitindo que a história fosse contata de forma não cronológica. Porém essa idéia não foi comprada por todos e aí o restante do grupo tinha que se virar para continuar a narrativa. Havia também a preocupação de criar e explicar uma história. Mas o bacana é que cada integrante que iniciava uma interação com a pessoa central pensava na história de uma forma  (não houve tempo para combinarem uma história no início) e levava a história para lugares diferentes, mas sem esquecer o que foi feito pelo colega anterior. Foi interessante o comentário da Débora sobre o “abrir portas” que cada colega criou ao iniciar uma ação e a importância de “fechar as portas abertas” para os próximos colegas que continuavam a narrativa. Com isso havia o desprendimento de uma história que era pensada à principio por cada um particularmente, para encaixar na história do outro. Confesso que das duas vezes que participei, esperei e observei primeiro para ver o que os outros faziam, antes de propor uma ação, o que foi mais cômodo pra mim. A Bella, que ficou uma vez no centro, falou sobre o quanto foi bom estar naquela posição inesperada, sem saber oq ue poderia acontecer e ter que reagir a ação de cada colega. A pessoa central tinha que ter total desprendimento para aceitar a proposta do colega que entrava no centro da cena e quando a pessoa já tinha uma idéia pré-estabelecida ou mais fechada, vimos que não funcionou tão bem e aí coube ao grupo conseguir seguir adiante.

6- Jogo do Troca – Três pessoas tinham que começar a improvisar uma cena (o título ou lugar foi escolhido pelos que assistiam) e quando a professora dissesse “troca”, a pessoa que tinha falado a última frase tinha que trocar a última palavra ou idéia. O “troca” seria repetido 3 vezes havendo uma gradação, até que a última seria algo bem escrachado. Regra: não poderia ser repetido a frase toda, mas mudar apenas a última palavra. Exemplo: – Posso pegar na sua caneta? / TROCA / sua roupa? / TROCA / seus peitos?

Comentários: Foi um jogo muito difícil. Vendo na televisão parecia fácil, mas é difícil raciocinar rápido, e ainda pensar em algo mais exagerado. E ainda por cima, manter uma história. Na vez que joguei sinto que a história não desenrolou bem (eu que não consegui dar andamento, mas os dois até que tentaram, hehe) e ainda custeia a criar uma gradação. Analisando todo o grupo, quase todos sem querer repetiam a frase (é quase automático! Muito difícil tirar!) e acho que foi difícil pra todos. Alguns se saíram melhor do que outros, mas rendeu pouco. Acho que é uma técnica que temos que treinar mais. Fizemos se não me engano só duas vezes, então também não deu para desenvolver muito. Percebemos que quando a gradação é pequena, faz pouco efeito o troca. Exemplo: de linda, para bonita e para gostosa. E algumas vezes mudamos a idéia toda da frase, sem ser somente a última palavra.

Acho que é isso… se esqueci algo, completem por favor…

Lu

[MOD. I] Aula 4 – 08/05/10, por Lorena

18 de junho de 2010

Pessoal, acho que esqueci algumas atividades..  se lembrarem de algum, por favor, completem!! 😉

1) Alongamento: começam espreguiçando, indivualmente. Na sequencia, em duplas, os participantes se apóiam e procuram simultaneamente alongar o próprio corpo, “puxando” o outro na direção oposta.
O exercício é interessante para entrosamento, desinibição e para estimular o “toque”, mas não achei suficiente enquanto alongamento. Talvez seria interessante combinar com alongamento individual.

2)Aquecimento – jogo do pegador. Quem estiver prestes a ser pego deve gritar o nome de um outro participante para se salvar; esse será o novo pegador.

Trabalha ansiedade, agilidade, rapidez de raciocínio. Já tinha jogado no módulo 2. Dessa vez achei um pouco menos difícil, consegui encontrar uma estratégia, estar sempre concentrada nos colegas, nos locais onde estão; acho que tinha menos participantes, o que também ajudou um pouco.

É um jogo bastante confuso, no início.

3) Aristóteles
Todos se dispõem em círculo. Um participante deve manter contato visual com um outro participante, até obter deste outro um “consentimento” com um movimento de cabeça. A partir deste consentimento, deve caminhar em direção a este participante. Este deverá manter contato visual com um terceiro, obter o consentimento e caminhar em sua direção, e assim na sequencia.
Importante observar: assim que der o consentimento, o participante já pode tentar manter contato com outro; não se deve sair do lugar antes de obter o consentimento do colega, mesmo que o colega anterior já tenha chegado; aos poucos, deve-se ir aumentando a velocidade.

Notei que o jogo é bastante cansativo, e acho que todos os colegas também acharam. Trabalha muito a atenção concentrada, e demora um certo tempo para que o jogo adquira um certo ritmo sem que ninguém se perca. Muitas vezes me senti perdida no jogo e cansada.

4)  Representar objeto individualmente. Participantes andam pelo espaço. A coordenadora diz o nome de um objeto e todos têm que compor o objeto com o próprio corpo, sem sons ou movimentos. Quando compõe o objeto, observa a si e aos colegas.

Interessante notar as diversas formas de se representar um objeto.

5)  Compor objeto com ajuda do colega. Participantes sentam-se em platéia. Um participante vai ao centro e propõe representar um objeto qualquer, dizendo em voz alta e representando com o corpo. Em seguida, outro participante entra em cena e compõe o objeto com o colega, dizendo em voz alta e representando alguma parte do objeto. Na sequencia, um terceiro participante também compõe o mesmo objeto. O primeiro participante, então, escolhe um dos outros dois, que achar mais interessante, e sai de cena com este que escolheu. Permanece o que não foi escolhido, repetindo em voz alta o que está representando, e outra pessoa entra em cena compondo este novo objeto; assim segue.

Notou-se que os participantes que entram em cena tendem a criar um terceiro objeto, compondo a cena, e não compondo exatamente o objeto, como era a proposta inicial. P. ex., “eu sou uma pessoa que está malhando”; “eu sou a treinadora”; “eu sou alguem que está olhando”.
A coordenadora repetiu as coordenadas e pediu para que tentássemos nos ater ao objeto que estava representado. P. ex. “eu sou uma mosca”; “eu sou a asa da mosca”; “eu sou a antena da mosca”.
Foi colocado, ainda, que nós tentássemos de fato representar os objetos com o corpo, para que as imagens ficassem mais interessantes.
Achei o exercício bastante interessante: trabalha a atenção aos detalhes, a visualização e representação do objeto, o trabalhar com o colega, a desinibição, a atenção, a postura. Também achei bastante divertido.

6) Representação de estados de ânimo.
Participantes se dispõem em fila. O primeiro vira-se de frente para os demais, a uma certa distância. Os demais, em sequencia, vão dizer uma frase qualquer (pré-estabelecida) ao primeiro, escolhendo um estado de ânimo.

O primeiro responde ao estado de ânimo apresentado pelo colega, da forma como achar melhor, e estabelece uma relação (curta, cerca de 20 segundos). Quando todos os participantes tiverem interagido com aquele primeiro, troca-se o que fica à frente.

A frase escolhida pela coordenadora foi “Hoje é sexta feira”.

Foi importante destacar que o participante que chega até o primeiro colega só pode dizer a frase e apresentar o estado de ânimo; é este primeiro que deve responder e propor a situação.

Achei que houve um esgotamento de repertório e até mesmo cansaço físico, porque eram muitas pessoas e a frase permaneceu a mesma; todos tentavam modificar as propostas, mas ficamos muito presos ao significado que se dá à sexta feira (trabalho, fim de expediente, fim de prazos, balada, etc).
Foi interessante quando o Cris começou a responder aos outros de forma contrária ao estado de ânimo proposto. P. ex., o colega chegava animado e feliz, e o outro respondia com desânimo. Fez com que o jogo ficasse mais interessante, menos previsível.

7) Criação de cenas a partir de estados de ânimo.
Joga uma dupla, o restante é platéia. Propõe-se um ambiente para a cena. Cada um da dupla deve escolher um estado de ânimo e tentar mantê-lo no decorrer da cena improvisada, interagindo com o colega.

Achei o exercício bem interessante, as representações foram boas, embora alguns estados de ânimo não ficaram bem representados. Nas primeiras representações, os personagens se conheciam previamente. Na minha vez, foi proposto que eles não se conheciam e começariam a cena em locais afastados, para depois se relacionarem; acabou coincidindo o mesmo estado de ânimo escolhido por mim e pela colega, mas a cena foi interessante. Na proxima representação, a coordenadora ditou os estado de ânimo para os participantes, previamente, para não haver o risco de coincidir. Quando discutimos o exercício, alguns colegas acharam que o fato de se propor o estado de ânimo torna a cena mais “improvisada”, mais difícil de ser premeditada.

Comentários gerais dessa aula: me senti muito mais esgotada física e emocionalmente, talvez porque os exercícios demandavam muita atenção concentrada e eu não estivesse 100% envolvida na aula. Achei interessante notar isso,  observando como os exercícios exigem bastante disposição e concentração dos participantes. Também observo como é importante anotar e repensar os exercícios.

[MÓD II] Aula 5 – 15/05/10, Por Leo de Castro

18 de junho de 2010

Caminhada no espaço: Começamos a aula caminhando, buscando preencher os espaços, sempre olhando nos olhos dos colegas. A proposta era que, formássemos um circulo, todos juntos, respeitando o tempo e vontade de todos da turma, sentindo a hora certa. Tentamos algumas vezes, acertando e errando o exercício, mas conseguimos formar o circulo perfeitamente, legal é que justo nessa hora a professora não estava na sala, foi atender a porta e não viu a melhor parte do exercício.

Exercício da palma: Formado o circulo, ficamos de costas para a roda, olhos fechados, partimos para um exercício de percepção, quando o grupo sentir que esta na hora, começa a bater palmas, todos juntos, no mesmo ritmo, o grupo também precisa parar juntos, sempre mantendo a sintonia, a primeira tentativa não foi das melhores, mas nas seguintes conseguimos ótimas sintonias, começamos todos juntos em uma velocidade baixa e fomos aumentando aos poucos a velocidade, ate as palmas ficarem bem fortes e rápidas, então o grupo sentiu que era hora de parar, fomos diminuindo a velocidade juntos retornando a velocidade do inicio e parando com as palmas, todos no mesmo ritmo, o que deixou uma boa sensação de sintonia.

Aquecimento de articulações: No aquecimento a intenção é despertar o corpo, Começamos esfregando as mãos, sentindo o calor do próprio corpo, passando as mãos pelo rosto, pescoço, cabelo, nuca. Caretas pra articular os músculos do rosto, Movimentos circulares com o pescoço, para os dois lados, pra cima e pra baixo, olhando de um lado e depois para o outro.
Suspendemos os ombros inspirando e guardando o ar, seguramos por algum tempo e expiramos soltando os ombros, movimentamos os ombros para trás, depois para frente com movimentos circulares. Movimentos com o peito, para frente, para os lados, para trás, e depois circulando. Movimentos com a cintura, para os lados, frente e trás e depois circulares. Circulando os joelhos. Mantendo a base ficamos nas pontas dos pés, calcanhar, bases dos pés depois movimentos circulares.

Flecha com nomes: Como já estamos familiarizados e sabemos os nomes de todos os colegas, o exercício agora passa a ter outro objetivo. A intenção agora é trazer para o jogo os colegas que estão mais dispersos, sentindo e jogando a flecha para os que estão pouco ligados no jogo.

1, 2, 3, 4 bop: Circulo formado, um aluno vai ao meio, a intenção é fazer com que outro colega erre e troque de lugar, indo para o meio do circulo! Quem esta no meio aponta para um colega no circulo e diz um elemento do jogo, sendo que: quando disser “bop” o colega apontado não pode dizer nada, se disser ele vai para o meio. Quando disser “1,2,3,4 Bop” O colega apontado tem que dizer “Bop” antes do que aponta, caso não diga, ou diga depois ele vai para o meio, agora já usamos novos elementos para o jogo, que são “elefantinho”: o colega que esta no meio aponta e diz elefantinho e conta ate 5, quem foi apontado imita movimentos de um elefante, e os dois que estão ao lado fazem as orelhas do elefante, caso alguém erre, vai pra roda. Jesus cristo;  Quando o colega do meio aponta e diz Jesus Cristo, o colega apontado abre os braços, fazendo alusão a imagem de Cristo, os dois ao lado abaixam e reverenciam.  James Bond; o colega do meio aponta e diz James Bond, o apontado imita os movimentos de quem segura uma arma e os dois ao lado reverenciam dizendo, “Ho James”, Quem erra ou demora vai ao meio da roda.
Neste exercício é nítido que todos temem errar, ninguém quer ficar muito tempo no meio da roda, e todos ficam tensos e ligados no jogo para que não “Percam”, mas o divertido do jogo são justamente os erros e as estratégias de todos pra sair do meio da roda.

Improvisação a partir dos contos infantis: exercício de improvisação livre, os jogadores criam à cena a partir de um titulo proposto pela platéia, com base nos contos infantis, é dado aos jogadores 20 segundos para que decidam como começa a cena. Neste exercício, os jogadores têm que deixar um pouco de lado a preocupação de criar a historia, já que a intenção não é criar os melhores roteiros, e apenas preocupar com um caminho e aceitar as propostas dos colegas. Aprendemos neste exercício alguns elementos importantes; ao invés de narrar cenas que aconteceram no passado, ou em outro ambiente, mostramos a cena, e depois retornamos aonde a cena havia parado. Aprendemos também a  idéia de “torniquete” que é uma espécie de código pra mostrar que a cena mudou de ambiente, tempo ou personagem, alguém jogador informa pra platéia a mudança. Neste exercício é muito interessante a imaginação dos jogadores, que precisam criar e fantasiar a historia, ao mesmo tempo tentando ao Maximo manter o sentido e ligar a historia com o titulo proposto pela platéia, importante lembrar que as idéias propostas pela platéia não precisam aparecer logo no inicio da cena, podendo os jogadores desenvolver a cena e inserir as propostas quando decidirem a hora certa! Exercício onde dependemos muito do trabalho em equipe, da sintonia entre os jogadores, porem super prazeroso.

Exercício de dublagem: Exercício de improvisação onde os jogadores que estão na reserva são as vozes dos jogadores que estão em cena. A preocupação dos jogadores que estão em cena é de não emitir sons e de acompanhar e entender as propostas e o que diz o jogador que esta dublando, buscando sempre a sintonia perfeita. Já o jogador que esta dublando precisa, alem de conduzir o rumo da cena, ter o cuidado de falar em uma velocidade que o jogador em cena consiga acompanhá lo. Jogo que exige muita técnica e concentração dos participantes, apesar de achar um dos mais divertidos e engraçados feitos ate agora, foi o que mais encontrei dificuldades, apresar de ter adorado o desempenho de alguns colegas, considero esse o mais difícil!

[MÓD II] Aula 4 – 08/05/10, por Leonardo Duarte

17 de junho de 2010

Tudo começou com uma bola imaginária de tamanho e cores diferentes,  a medida que ela ia passeando pelo corpo seu tamanho e sua cor poderiam mudar. Exploramos vários planos, e a medida que e bola andava nosso corpo começava a demonstrar outros contornos. Em determinado momento a bolha começou a colorir partes do corpo, a variação agora seria tamanho, cor e a mesma iria colorir o corpo.

1)      Exercício imaginar uma bola que percorre as partes do corpo, com o exercício é possível relaxar o corpo, fazer alongamento, explorar planos diferentes, percepção de espaço.

2)      Equilíbrio do espaço, velocidade e percepção do outro. A qualquer momento o instrutor poderá solicitar a parada dos participantes, depois de estabelecido o jogo, o instrutor solicita a dois integrantes que da posição que os dois pararam possa executar uma ação entre os dois integrantes. Podendo ser físico e verbal.

Sensações: alguns já estavam em posições que possibilitaram ações mais rápidas, outros em posições totalmente opostas geraram estranhamento, risos, mas no final tudo deu certo.

3)      Formação de roda.

4)      Jogo das Flechas para a fixação dos nomes dos novos integrantes.

5)      Jogo do BOPE , escolhido um dos integrantes para ficar no centro do circulo da inicio ao exercício . Regras:  O integrante que está no centro deverá  apontar para outro da roda e contar de 1 a 4 e dizer a palavra BOPE no final o escolhido deve dizer BOPE antes do que está no centro, o do centro da roda poderá também dizer só BOPE, caso o escolhido diga BOPE junto vai para o centro e ocupa o lugar do Outro ou caso ele não diga BOPE quando do integrante do centro conta até 04.

Sensações : No início não conseguia manter a concentração entre ouvir e executar, fui para o centro várias vezes, ficava com raiva por não conseguir, desanimava, mas quando já estava acostumado e já não ia para o centro com tanta freqüência o jogo acabou. Sniff.

6)      Os participantes são separados em Grupos de 04 integrantes. Uma pessoa define o local onde estão os outros três verão montar o cenário com possíveis objetos,lugares, ou situações que remetem ao local escolhido. Podem juntar os integrantes, um completando a proposta do outro.

Sensações :  As vezes surgiram propostas interessantes mas temos que ter a observação para entender as propostas de nossos companheiros de cena. Complementar quando necessário.

7)        Os alunos que não apresentaram sua adaptação para contos infantis puderam fazer suas apresentações.

8)      Acho que teve o jogo do Presente (não me lembro bem)

9)      Os participantes são separados em Grupos de 04 integrantes. Uma pessoa define o local onde estão os outros três verão montar o cenário com possíveis objetos,lugares, ou situações que remetem ao local escolhido, diferente do exercício nº 06 há interação entre os objetos e pessoas e uma história deverá ser criada. Os objetos a medida que não são usados os participantes podem se transformar em outros objetos ou personagens para ajudar na criação dos personagens.

E  sempre que íamos trocar ou propor coisas deveríamos perguntar e outros integrantes deveriam responder : SIM .

Exemplo: Eu estou entrando na lanchonete? Sim

Eu vou beber um refrigerante? Sim

A garçonete vai me atender? Sim

Houve um assalto? Sim

Sensações : foi muito interessante você começar uma história, tentar traçar um enredo e de repente seus companheiros de cena te passam uma rasteira e a história toma outro rumo. A atenção é muito importante, sem falar na questão de olhar o espaço, e medir as ações, que diga a Vivian que eu dei um safanão enquanto ela estava no momento Minnie (ratinha).

Houve dois jogos que não anotei.

10)  A tradicional roda de sensações dos exercícios.