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OFICINA GRATUITA: A dramaturgia na improvisação teatral

13 de julho de 2010

Público alvo: pessoas com alguma experiência em teatro e/ou em improvisação teatral

de 09 a 11 de julho, de 14 às 17:00h
Sede Grupo Teatro Invertido

Rua Célia de Souza, nº571, Sagrada Família
Inscrições – enviar breve currículo para debora.o.vieira@gmail.com

A condução:

Integrante e fundadora da UMA Companhia, Débora Vieira é atriz formada pelo CEFAR (Fundação Clóvis Salgado) e atualmente realiza estudos de mestrado no Poslit UFMG, numa pesquisa sobre a dramaturgia da improvisação. Junto à UMA Companhia atua no espetáculo Match de Improvisação (2006), sob direção de Mariana Muniz. Integra também o elenco da peça Cortiços (2008), dirigida pelo coreógrafo Tuca Pinheiro e produzida pela Cia de Teatro Luna Lunera. Trabalhou como co-dramaturga do espetáculo A Fabulosa Redonda Flor (2009), dirigida por Bruno Godinho junto à Cia de Yepocá. Em 2009, residindo na cidade de Santiago do Chile, realizou uma residência artística junto ao Colectivo Teatral Mamut e estudos de especialização em Dança-Teatro (Instituto de Enseñanza Teatral La Olla)  e Pedagogia Teatral (Universidad de Chile). Ainda em 2009 participou do festival Mujeres Creadoras, realizado pelo grupo Yuyachkani, na cidade de Lima, Peru. Já ministrou aulas de Consciência Corporal e de Yoga na Geraes Cultural (BH) e de investigação teatral no projeto no IN CENA – Curso livre de Teatro da Cia. de Teatro Luna Lunera –, além de oficinas  e cursos de improvisação junto à UMA Companhia. Integrou oficinas com Shawn Kinley (Canadá), Impromadrid (Espanha), Complot Escena (México), Natália Tencer (Argentina), Cristina Castrillo (Suíça), Graziela Rodrigues (SP), Lia Rodrigues (RJ), Morena Nascimento (BH) e Movasse (BH), entre outros.

Realização: Débora Vieira e Ministério da Cultura

Apoio: UMA Companhia, Grupo Teatro Invertido e Mayombe

Fotos da Oficina:

[MÓD II] Aula 5 – 15/05/10, Por Leo de Castro

18 de junho de 2010

Caminhada no espaço: Começamos a aula caminhando, buscando preencher os espaços, sempre olhando nos olhos dos colegas. A proposta era que, formássemos um circulo, todos juntos, respeitando o tempo e vontade de todos da turma, sentindo a hora certa. Tentamos algumas vezes, acertando e errando o exercício, mas conseguimos formar o circulo perfeitamente, legal é que justo nessa hora a professora não estava na sala, foi atender a porta e não viu a melhor parte do exercício.

Exercício da palma: Formado o circulo, ficamos de costas para a roda, olhos fechados, partimos para um exercício de percepção, quando o grupo sentir que esta na hora, começa a bater palmas, todos juntos, no mesmo ritmo, o grupo também precisa parar juntos, sempre mantendo a sintonia, a primeira tentativa não foi das melhores, mas nas seguintes conseguimos ótimas sintonias, começamos todos juntos em uma velocidade baixa e fomos aumentando aos poucos a velocidade, ate as palmas ficarem bem fortes e rápidas, então o grupo sentiu que era hora de parar, fomos diminuindo a velocidade juntos retornando a velocidade do inicio e parando com as palmas, todos no mesmo ritmo, o que deixou uma boa sensação de sintonia.

Aquecimento de articulações: No aquecimento a intenção é despertar o corpo, Começamos esfregando as mãos, sentindo o calor do próprio corpo, passando as mãos pelo rosto, pescoço, cabelo, nuca. Caretas pra articular os músculos do rosto, Movimentos circulares com o pescoço, para os dois lados, pra cima e pra baixo, olhando de um lado e depois para o outro.
Suspendemos os ombros inspirando e guardando o ar, seguramos por algum tempo e expiramos soltando os ombros, movimentamos os ombros para trás, depois para frente com movimentos circulares. Movimentos com o peito, para frente, para os lados, para trás, e depois circulando. Movimentos com a cintura, para os lados, frente e trás e depois circulares. Circulando os joelhos. Mantendo a base ficamos nas pontas dos pés, calcanhar, bases dos pés depois movimentos circulares.

Flecha com nomes: Como já estamos familiarizados e sabemos os nomes de todos os colegas, o exercício agora passa a ter outro objetivo. A intenção agora é trazer para o jogo os colegas que estão mais dispersos, sentindo e jogando a flecha para os que estão pouco ligados no jogo.

1, 2, 3, 4 bop: Circulo formado, um aluno vai ao meio, a intenção é fazer com que outro colega erre e troque de lugar, indo para o meio do circulo! Quem esta no meio aponta para um colega no circulo e diz um elemento do jogo, sendo que: quando disser “bop” o colega apontado não pode dizer nada, se disser ele vai para o meio. Quando disser “1,2,3,4 Bop” O colega apontado tem que dizer “Bop” antes do que aponta, caso não diga, ou diga depois ele vai para o meio, agora já usamos novos elementos para o jogo, que são “elefantinho”: o colega que esta no meio aponta e diz elefantinho e conta ate 5, quem foi apontado imita movimentos de um elefante, e os dois que estão ao lado fazem as orelhas do elefante, caso alguém erre, vai pra roda. Jesus cristo;  Quando o colega do meio aponta e diz Jesus Cristo, o colega apontado abre os braços, fazendo alusão a imagem de Cristo, os dois ao lado abaixam e reverenciam.  James Bond; o colega do meio aponta e diz James Bond, o apontado imita os movimentos de quem segura uma arma e os dois ao lado reverenciam dizendo, “Ho James”, Quem erra ou demora vai ao meio da roda.
Neste exercício é nítido que todos temem errar, ninguém quer ficar muito tempo no meio da roda, e todos ficam tensos e ligados no jogo para que não “Percam”, mas o divertido do jogo são justamente os erros e as estratégias de todos pra sair do meio da roda.

Improvisação a partir dos contos infantis: exercício de improvisação livre, os jogadores criam à cena a partir de um titulo proposto pela platéia, com base nos contos infantis, é dado aos jogadores 20 segundos para que decidam como começa a cena. Neste exercício, os jogadores têm que deixar um pouco de lado a preocupação de criar a historia, já que a intenção não é criar os melhores roteiros, e apenas preocupar com um caminho e aceitar as propostas dos colegas. Aprendemos neste exercício alguns elementos importantes; ao invés de narrar cenas que aconteceram no passado, ou em outro ambiente, mostramos a cena, e depois retornamos aonde a cena havia parado. Aprendemos também a  idéia de “torniquete” que é uma espécie de código pra mostrar que a cena mudou de ambiente, tempo ou personagem, alguém jogador informa pra platéia a mudança. Neste exercício é muito interessante a imaginação dos jogadores, que precisam criar e fantasiar a historia, ao mesmo tempo tentando ao Maximo manter o sentido e ligar a historia com o titulo proposto pela platéia, importante lembrar que as idéias propostas pela platéia não precisam aparecer logo no inicio da cena, podendo os jogadores desenvolver a cena e inserir as propostas quando decidirem a hora certa! Exercício onde dependemos muito do trabalho em equipe, da sintonia entre os jogadores, porem super prazeroso.

Exercício de dublagem: Exercício de improvisação onde os jogadores que estão na reserva são as vozes dos jogadores que estão em cena. A preocupação dos jogadores que estão em cena é de não emitir sons e de acompanhar e entender as propostas e o que diz o jogador que esta dublando, buscando sempre a sintonia perfeita. Já o jogador que esta dublando precisa, alem de conduzir o rumo da cena, ter o cuidado de falar em uma velocidade que o jogador em cena consiga acompanhá lo. Jogo que exige muita técnica e concentração dos participantes, apesar de achar um dos mais divertidos e engraçados feitos ate agora, foi o que mais encontrei dificuldades, apresar de ter adorado o desempenho de alguns colegas, considero esse o mais difícil!

[MÓD II] Aula 4 – 08/05/10, por Leonardo Duarte

17 de junho de 2010

Tudo começou com uma bola imaginária de tamanho e cores diferentes,  a medida que ela ia passeando pelo corpo seu tamanho e sua cor poderiam mudar. Exploramos vários planos, e a medida que e bola andava nosso corpo começava a demonstrar outros contornos. Em determinado momento a bolha começou a colorir partes do corpo, a variação agora seria tamanho, cor e a mesma iria colorir o corpo.

1)      Exercício imaginar uma bola que percorre as partes do corpo, com o exercício é possível relaxar o corpo, fazer alongamento, explorar planos diferentes, percepção de espaço.

2)      Equilíbrio do espaço, velocidade e percepção do outro. A qualquer momento o instrutor poderá solicitar a parada dos participantes, depois de estabelecido o jogo, o instrutor solicita a dois integrantes que da posição que os dois pararam possa executar uma ação entre os dois integrantes. Podendo ser físico e verbal.

Sensações: alguns já estavam em posições que possibilitaram ações mais rápidas, outros em posições totalmente opostas geraram estranhamento, risos, mas no final tudo deu certo.

3)      Formação de roda.

4)      Jogo das Flechas para a fixação dos nomes dos novos integrantes.

5)      Jogo do BOPE , escolhido um dos integrantes para ficar no centro do circulo da inicio ao exercício . Regras:  O integrante que está no centro deverá  apontar para outro da roda e contar de 1 a 4 e dizer a palavra BOPE no final o escolhido deve dizer BOPE antes do que está no centro, o do centro da roda poderá também dizer só BOPE, caso o escolhido diga BOPE junto vai para o centro e ocupa o lugar do Outro ou caso ele não diga BOPE quando do integrante do centro conta até 04.

Sensações : No início não conseguia manter a concentração entre ouvir e executar, fui para o centro várias vezes, ficava com raiva por não conseguir, desanimava, mas quando já estava acostumado e já não ia para o centro com tanta freqüência o jogo acabou. Sniff.

6)      Os participantes são separados em Grupos de 04 integrantes. Uma pessoa define o local onde estão os outros três verão montar o cenário com possíveis objetos,lugares, ou situações que remetem ao local escolhido. Podem juntar os integrantes, um completando a proposta do outro.

Sensações :  As vezes surgiram propostas interessantes mas temos que ter a observação para entender as propostas de nossos companheiros de cena. Complementar quando necessário.

7)        Os alunos que não apresentaram sua adaptação para contos infantis puderam fazer suas apresentações.

8)      Acho que teve o jogo do Presente (não me lembro bem)

9)      Os participantes são separados em Grupos de 04 integrantes. Uma pessoa define o local onde estão os outros três verão montar o cenário com possíveis objetos,lugares, ou situações que remetem ao local escolhido, diferente do exercício nº 06 há interação entre os objetos e pessoas e uma história deverá ser criada. Os objetos a medida que não são usados os participantes podem se transformar em outros objetos ou personagens para ajudar na criação dos personagens.

E  sempre que íamos trocar ou propor coisas deveríamos perguntar e outros integrantes deveriam responder : SIM .

Exemplo: Eu estou entrando na lanchonete? Sim

Eu vou beber um refrigerante? Sim

A garçonete vai me atender? Sim

Houve um assalto? Sim

Sensações : foi muito interessante você começar uma história, tentar traçar um enredo e de repente seus companheiros de cena te passam uma rasteira e a história toma outro rumo. A atenção é muito importante, sem falar na questão de olhar o espaço, e medir as ações, que diga a Vivian que eu dei um safanão enquanto ela estava no momento Minnie (ratinha).

Houve dois jogos que não anotei.

10)  A tradicional roda de sensações dos exercícios.

[Mód I] Aula 3 – 24/04/10, por Juliana

7 de maio de 2010

Olá pessoal!
Depois de 450 anos tentando descobrir o funcionamento do mundo dos blogs…rsrsrs
Os comentários/atividades vão fluir de acordo com o que eu me lembrar! =)

1) Aquecimento corporal – alongamento, aquecimento de articulações, massagem na face, caretas, dar palmadas no próprio corpo e no corpo do companheiro.

Comentário: acredito que o pessoal deve ter feito outros movimentos (por favor completem), perdi o início da atividade pela minha troca do horário! =P

2) Atividade 1 – 20´ (ação) e 20´ (história).

Jogam 2 participantes.

Em 20 segundos um participante fala um fluxo ininterrupto de palavras quaisquer.
Na sequência, o outro(ouvinte) tem 20 segundos para contar uma história utilizando as palavras faladas pelo outro participante. Depois alternam.

3) Continuação – Atividade 1 – 20´ (ação) e 60´ (história).

Jogam 2 participantes.

Em 20 segundos um participante fala um fluxo ininterrupto de palavras quaisquer.
Na sequência, o outro(ouvinte) teria agora 60 segundos para contar uma história utilizando as palavras faladas pelo outro participante. Depois alternam.

COMENTÁRIO: Difícil definir o mais complicado na 2): lembrar de todas as palavras ou conseguir construir uma história. Após a extensão do tempo para contar a história, o exercício fluiu melhor e a história ganhou mais contexto, os participantes conseguiram ter melhor desenvoltura para criar.
Ao final da aula discutimos a respeito dessa atividade e concluimos que a relação 20/20 seg não foi muito bem explorada. A história acabou se tornando um mero “junta palavras” com muitos termos conectivos (e, mais, que) mas sem sentido no final.

4) Atividade 2: Todos os participantes andam explorando todo o espaço, olhos nos olhos. Um participante, aleatoriamente, cai no chão (desmaiado) e os outros tem que reerguê-lo, chamando-o pelo nome e “reanimando-o” com palavras positivas. Reestabelecido o participante, todos voltam a andar até que outro caia.

COMENTÁRIO: Houve participação de todos, ela envolve entrosamento, agilidade mas achei que poderia ter um quê…não consegui pegar o “espírito” da atividade.

5) Atividade 3: Todos os participantes dispostos em círculo. Um participante (Mariana) inicia um movimento e os outros devem seguí-lo no mesmo ritmo. No momento em que ele parar os outros devem parar.

COMENTÁRIO: Envolve atenção e agilidade. Notei que a tendência é enpolgar nos movimentos (principalmente o que remetia a chutar o ar – perna erguida com joelho flexionado e movimento de vai e vem ) e quando a Mariana parava, as pernas sempre ficavam desencontradas. Depois vi que o pessoal pegou a idéia aí o ritmo foi se igualando.

6) Atividade 4: Jogo do assassino – Todos os participantes dispostos em círculo. Um participante fala o nome de outro da roda, o qual rapidamente tem que se abaixar para não ser morto (tiro) pelos participantes imediatamente ao seu lado.
Se a vítima abaixar, se salva, e morrerá o participante da lateral que atirou por último.Quem morre, permanece abaixado o resto do jogo e dita a próxima vítima.

COMENTÁRIO: Hilário! E, por isso mesmo, acabou desviando o foco da atividade, que acabou tomando ares de “jogo recreativo” nos primeiros minutos. Muitos risos e comentários no meio do jogo impedem o fluir. Depois de um belo “puxão de orelhas” na galera, retomamos a idéia da atividade que era de desenvolver a atenção e agilidade. Foi um dos melhores jogos do dia.

7)PAUSA – Porque até Deus, no sétimo dia descansou…

8) Atividade 5: Movimento/ Ação – Todos os participantes dispostos em círculo. Cada um inicia um movimento sem nexo e a partir dele deve criar uma ação.

Comentário: a princípio alguns forçaram o movimento para que o resultado fosse uma ação previamente imaginada (Exemplo: movimento de bater os pés no chão e na hora da ação “estarei matando um inseto”). Poucos de nós entramos no clima da improvisação.

Depois de percebermos isso constatamos que a tensão por causa da preocupação com o tempo para que a ação “apareça”, a preocupação com uma ação lógica, acabam conduzindo a mente a sabotar a espontaneidade do movimento e levando ao movimento premeditado.

Eu mesma, confesso que, inusitadamente, senti que meu primeiro movimento/ação tinha sido mais natural, depois da explicação da idéia da atividade, a tentação de forçar ficou maior e a segunda ação não foi nada natural pra mim.

9)Atividade 6: Jogo do goleiro – Jogam 2 participantes. Um participante (goleiro) fica a frente de todos os outros que se dispõem em meia-lua.
Um participante (jogador) se dirige ao goleiro fazendo um determinado movimento (não planejado). O goleiro deve imitá-lo e depois de um certo tempo ambos devem criar uma ação com o movimento inicial. Ao concluir a ação, o participante que era goleiro vai para a meia-lua e o primeiro jogador toma seu lugar. Na sequência, vem outro participante da meia-lua.

COMENTÁRIO: Enfatizando a atividade de antes… A princípio alguns tentaram induzir a ação através do movimento, ou seja, fizeram um movimento planejado para resultar numa ação previamente imaginada…a tensão fica ainda maior quando se sabe que não deve premeditar o movimento…achei que ficou muito engraçado por causa disso.O conflito interno do participante acabou gerando alguns movimentos “sem fim” e tornadno algumas ações mais inatingíveis do que outras…acabou acontecendo muita “forçação” para chegar na ação logo pois o movimento se estendia muito e/ou os jogadores não tomavam uma atitude para decidir que ação fazer. Ao final até que tiveram boas “duplas de ação”.

10) Atividade 7 : Jogo da Roda – Jogam 4 ou 5 participantes (dividiu-se a turma em 2 rodas), todos erguem os braços em sincronia com o bater de um dos pés no centro da roda. Simultaneamente, um a um, fala uma palavra qualquer em sincronia com o erguer das mãos.

COMENTÁRIO: Fluiu muito bem, o pessoal tava muito entrosado e deu pra seguir legal o fluxo. Depois a Mariana sugeriu usar rimas nas palavras. A princípio atrapalhou o fluxo mais rápido de antes, mas mesmo assim a atividade proceguiu sem maiores problemas.

11) Atividade 8: Jogo do “empurrar e responder” de acordo com a intensidade do estimulo – Jogam 2 participantes. Um deles toca no outro com intensidade variada, em partes do corpo variadas e o tocado, responde ao toque de acordo com a intensidade com que foi tocado e que achar que deve responder, voltando sempre para a postura de corpo neutro. Depois os jogadores trocavam de lugar.

COMENTÁRIO: Não fluiu bem a princípio, todos estavam seguindo a tendência newtoniana do movimento e não a tendência que deveria ser a lógica do exercício… (confuso isso,né?! rsrs)
Depois que a Mariana modificou o exercício para que a resposta do tocado fosse realizar um movimento newtoniano (de mesma intensidade na direção oposta) aí o jogo deslanchou legal. Dada a sugestão de fazer o tocado dançar ao som da música de fundo, a interação ficou melhor e a inibição reduziu significativamente.

12) El Finale: Todos os participantes se dispõe em círculo. Cada um aquece suas mãos (direita sobre esquerda), oferecem a mão aquecida ao colega do lado, sem tocarem as mãos, por um momento. Na sequência, dão-se as mãos, agradecem e se despedem com calorosa saudação.

Espero ter sido útil a todos! =)
Bjokkas